Uncategorized

Teles brasileiras discutem formas de flexibilizar neutralidade de rede no país

Posted by on dez 17, 2017 in Informação, Netflix, Uncategorized

A pós EUA decidiram nesta quinta-feira que teles podem controlar tráfego na banda larga; empresas brasileiras dizem que restrições do Marco Civil da Internet podem inibir tecnologias como 5G e internet das coisas

Após os Estados Unidos de permitirem que provedores controlem o acesso à internet, as empresas de telecomunicação brasileiras já discutem que o conceito de neutralidade de rede deveria ser flexibilizado no Brasil para liberar o gerenciamento de tráfego online. Sem isso, defendem elas, a implementação de tecnologias como Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e do 5G ficaria comprometida. Para defensores da internet livre, essa é uma tentativa de cobrar mais por um acesso que pode se restringir a serviços selecionados.

A Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) decidiu nesta quinta-feira (14) que a internet banda larga deixará de ser classificada como serviço de utilidade pública no país. Agora, as empresas de telecomunicação estão livres para controlar e até limitar os dados que circulam na internet. Com isso, o órgão liberou as companhias para contornar a neutralidade de rede, um dos princípios da internet que garante que qualquer conteúdo transmitido online seja tratado da mesma forma.

Isso está sendo discutindo nos grupos fechados, aqueles para tratar de IoT e 5G, e que virá à tona quando estiver na agenda do dia”, afirmou ao G1 o presidente do Sinditelebrasil (sindicato das teles), Eduardo Levy.

O Ministérios da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC) elabora um

plano para fazer o IoT, a conversa entre máquinas, deslanchar no Brasil. Junto da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), a pasta estuda a implantação da quinta geração de banda larga no país.

Segundo Levy, a indústria ainda não fez uma proposta oficial para fazer alterações. “Só estamos vendo o debate nos EUA e relembrando aquilo que já debatemos.”

Neutralidade de rede

A proteção à neutralidade de rede é garantida no Brasil pelo Marco Civil da Internet, em vigor desde 2014 e que funciona como uma espécie de Constituição para uso da rede no país. De acordo com a lei, todos os pacotes de dados que circulam pela internet devem ser tratados de forma igual pelas operadoras. As exceções à regra são as comunicações feitas por serviços prioritários, como saúde e segurança, e avisos de situações de risco.

A opinião de que o entendimento sobre neutralidade de rede tem de ser alterado encontra ecos no governo.

“Do nosso ponto de vista, tanto rede física quanto aplicações impactam não só na possibilidade do acesso do indivíduo como na qualidade desses serviços. A neutralidade é uma questão que permeia todas as camadas. E justificaria ter um tratamento igualitário para todos os agentes de todas as camadas”, afirmou André Borges, secretário das telecomunicações do MCTIC.

 Enxergamos a neutralidade como um direito, mas que tem de reconhecer as características técnicas da rede. E há uma necessidade muito grande de gestão, até para o uso econômico, mais eficiente e acessível ao consumidor. Acho que o nosso tratamento não foi nessa linha e a regulamentação [o Marco Civil da Internet] tampouco”, disse ao G1.

Para Levy, a lei proíbe que as operadoras gerenciem o tráfego que entra em suas redes. Ou seja, veta a manipulação da rede para que dados de determinados serviços corram mais rápido ou passem na frente de pacotes de outros.

Prioridade

Se você me mandar um e-mail e outra pessoa fizer o mesmo, esses pacotes devem sempre ser tratados igualmente. O que ocorre é que a rede tem equipamentos que são cada vez mais sofisticados e, mesmo não discriminando, fazem uma avaliação do tráfego para dar maior eficiência. Eu posso esperar cinco minutos para receber um e-mail seu, mas não posso esperar cinco minutos para baixar o

“A rede poder fazer a sua administração sem discriminar. Ela separa aquilo que é mais importante para trafegar, porque há uma exigência natural dos serviços. Os de streaming precisam ter característica de entrega diferente dos de e-mail, coisa que o Marco Civil da Internet não permite”, diz.

“O conceito de neutralidade precisa ser entendido diferente para IoT e 5G. Se você quiser a prestação de determinados serviços com uma necessidade de qualidade, como a de não ser interrompido ou ficar esperando muito, os dados deles têm que entrar na frente”, justifica Levy.

“Se o Brasil quiser prestar um serviço de cirurgia online, vai ter uma dificuldade. O e-mail que eu mandar estará correndo na rede do mesmo 

jeito que os dados de uma cirurgia. Não faz muito sentido.”

A restrição ao gerenciamento da rede, diz ele, “faz com que a gente tenha que gastar mais recursos na rede para um mesmo resultado final”. Esse argumento foi muito semelhante ao apresentado por Ajit Pai, presidente da FCC, durante a leitura de seu voto, que selou o fim da neutralidade de rede nos EUA.

“A lei no Brasil ficou rapidamente obsoleta face aos avanços das aplicações online. Diferentes serviços exigem diferentes condições de tráfego, e a operadora precisa flexibilidade para atender requisitos específicos, como latência, por exemplo. E também para cobrar de forma distinta”, afirmou João Moura, presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (do Netflix”, diz Levy, que também é representante das teles no Comitê Gestor da Internet (CGI.br).

Censura

Acadêmicos, ativistas digitais e militantes da sociedade civil defendem a neutralidade de rede. Para eles, criar meios de driblar esse princípio só abriria a porta para as operadoras oferecerem pacotes limitados de internet.

Demi Getschko, presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), afirma que o controle de tráfego, pleito das operadoras, já pode ser feito sem infringir a lei.

“Gerenciar tráfego [na internet], do ponto de vista da engenharia em si, é óbvio que é permitido. Se uma ponte cai em uma cidade, você tem que fazer um desvio. O que não pode é você fazer um desvio dizendo que os carros vermelhos vão por essa rua e os verdes pela outra. Se alguém rompe a fibra óptica em algum lugar, tem que redirecionar o tráfego.”

Único brasileiro no Hall da Fama da Internet e também membro do CGI.br, Getschko afirma

que protocolos da internet já permitem isso sem que o conteúdo online seja discriminado.

Learn More

Celular pirata: bloqueio no Brasil opõe fabricantes de smartphones e operadoras

Posted by on jul 21, 2017 in Tecnologia da informação, Uncategorized

O bloqueio de celulares piratas no Brasil, que a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) 

 quer implantar ainda em 2017, criou uma queda de braço entre dois setores poderosos da indústria: as fabricantes de smartphones são favoráveis à medida, mas as operadoras de telefonia celular são contrárias a ela.

O G1 ouviu os dois lados e a disputa emperra em um assunto:

O que fazer com os celulares clonados?

O bloqueio do aparelho clone (ilegal) tirará do ar o clonado (legal). Os dois operam usando o mesmo IMEI, o número de série único de cada dispositivo, uma espécie de CPF do celular.

  • Bloqueio de celulares piratas: Veja perguntas e respostas
  • A Anatel já informou que vai tirar do papel o plano de restringir o uso de celulares piratas no Brasil, discutido desde 2014. Dados da agência mostram que, por mês, 1 milhão de novos celulares irregulares entra na base de dados.

    O pla (Foto: )no seria começar a enviar SMS a quem adquirisse um desses aparelhos a partir de em 30 de julho – antigos não seriam afetados. O bloqueio só viria 75 depois disso, em outubro .

    O Conselho da Anatel, que já sinalizou que o processo será implantado, ainda votará se vai adiar para novembro o início dos bloqueios. Serão suspensos os celulares com IMEIs irregulares ou que não sejam homologados junto à Anatel.

    O que dizem os fabricantes

    A Associação da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) representa os fabricantes de celulares dentro do grupo de trabalho que estuda a questão.“As prestadoras de serviços de telecomunicações (…) devem impedir também o uso incorreto e a alteração de características técnicas dos produtos, que possibilitem sua operação de forma irregular”, afirma a organização, em nota.Segundo um executivo da indústria, que preferiu não se identificar, a circulação de celulares irregulares prejudica as empresas que gastam dinheiro em inovação e para seguir as regras regulatórias.

    “Roubam mercado e, com um terminal desses não tem garantia nenhuma, porque não tem certificação, mas várias pessoas compram porque é mais barato. O objetivo é acabar com isso aí”, diz uma fonte.“Roubam mercado e, com um terminal desses não tem garantia nenhuma, porque não tem certificação, mas várias pessoas compram porque é mais barato. O objetivo é acabar com isso aí”, diz uma fonte.

    Segundo a Abinee, mais de 20 países implantaram sistemas para bloquear celulares ilegais, como Índia, Turquia, Colômbia, Argentina e Peru.

    O modelo de bloqueio de pirata estudado no Brasil é feito a partir da inutilização de um celular a partir de seu IMEI. Isso ocorre em caso de roubos e extravios. Quando o boletim de ocorrência do crime é feito, a delegacia comunica o IMEI à operadora, que o inclui no cadastro de “celulares impedidos”.

    Em todo o mundo, são 41 milhões de dispositivos nessa situação, segundo a GSMA, administradora do banco de dados do IMEI. A lista de dispositivos vetados do Brasil possui 8 milhões de aparelhos, aponta a ABR Telecom, que gerencia o Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI).

    O que dizem as operadoras

    Quando o bloqueio passar a funcionar, por meio do Sistema Integrado de Gestão de Aparelho (SIGA), Oi, Tim, Vivo, Claro, Sercomtel, Nextel e Algar terão de promover os bloqueios.

    Para as operadoras, a forma como o sistema será implantado pode facilitar a clonagem, em vez de restringir a prática.

     “Apesar de concordarmos que não devamos ter telefones contrabandeados ou clandestinos que estejam funcionando na nossa rede, essa forma de fazer o bloqueio não vai resolver”, afirma Eduardo Levy, presidente do SindiTelebrasil, o sindicato das operadoras.Inicialmente, o SIGA não bloquearia os celulares com IMEIs clonados. Agora, não há forma de diferenciar cópia e original. Quando há dois telefones com um só IMEI, um deles foi clonado. E eu não sei te dizer qual é falso e qual é verdadeiro. A GSMA concorda.
    “É muito complicado fazer bloqueio por IMEI, mas é o jeito de fazer no caso de o aparelho ser roubado. Se for clonado, faz a mesma coisa: bloqueia o IMEI, mas aí serão bloqueados o clone e o clonado”, diz Amadeu Castro Neto, representante da GSMA no Brasil.

    Levy diz ainda que tentar acabar com os clonados ao bloquear todo celular com IMEI repetido poderia tirar aparelhos legalizados de circulação.

    Caso o número do IMEI de um celular ainda na loja seja clonado, o celular pirata será ativado antes do original. “Não posso garantir que o primeiro que passou a funcionar é o verdadeiro”, explica Levy. “Enquanto não houver uma forma de se banir a clonagem, vamos continuar causando diversos transtornos para nossos clientes.”

    Além disso, o não bloqueio de celulares clonados no início da operação poderia incentivar a perpetuação da prática, segundo ele.

    Levy não nega que outros países passaram a bloquear aparelhos piratas. 

    Mas houve uma burocratização. “Na Colômbia, toda vez que você troca o chip de um celular, o celular não funciona. Tem que ir até uma loja para fazer a ativação”, exemplifica.

    “O Brasil tem 200 milhões de celulares e a rotatividade é muito grande. Pode ser feito assim? Pode, mas temos que encontrar um processo que não traga uma quantidade enorme de reclamações no Call Center e no Procon e que seja efetivo para impedir o telefone clandestino.”

    Criptografia

    Para as operadoras, a solução é tornar o IMEI mais seguro. Isso, no entanto, passa pelos fabricantes. A GSMA fornece uma parte do IMEI à indústria de celulares, que cria uma regra para completar a sequência de até 17 números e identificar o modelo.

    “Os próximos passos são criar regras que dificultem e encareçam a modificação do IMEI. É como criptografia. Com o tempo, você quebra qualquer criptografia. O problema é que vai demorar 10 anos. Aí a informação já não tem mais utilidade”, diz Castro Neto, da GSMA.

Learn More

Em guerra com Apple, Qualcomm quer barrar iPhone nos EUA

Posted by on jul 8, 2017 in Uncategorized

Fabricante deiPhones (Foto: Divulgação/Apple) chips diz que apple violou leis de patente ao usar sua tecnologia em iPhones fabricados na China sem pagar o preço justo.

 Em mais um capítula da guerra judicial entre Apple e Qualcomm, a fabricante de chips pediu nesta quinta-feira (6) a proibição das importações para os Estados Unidos dos iPhones produzidos na China.

A Quaarte iphone 7 (Foto: arte/G1)lcomm, que fornece os processadores que conectam iPhones a redes de telecomunicações, anunciou duas ações legais: uma para proibir as importações de iPhones aos Estados Unidos e outra reclamando indenização por perdas e danos.A primeira ação foi remetido à Comissão de Comércio Internacional, agência americana que examina litígios comerciais. O pedido de indenização foi apresentado à justiça da Califórnia.

  • Apple diz à Justiça que Qualcomm não tem direito a percentual sobre iPhones
  • Apple entra com processo de US$ 1 bilhão contra Qualcomm
  • De acordo com o grupo americano com sede na Califórnia, a Apple violou as leis de patente ao usar sua tecnologia em iPhones fabricados na China sem pagar o preço justo.

    “As criações da Qualcomm estão no coração de todos os iPhones e vão muito além das normas habituais da tecnologia de modems ou smartphones”, declarou o vice-presidente executivo da empresa, Don Rosenberg.

    “A Apple continua utilizando tecnologia da Qualcomm enquanto se recusa a pagar por ela.”Consultada pela AFP, a Apple afirmou que “as práticas ilegais da Qualcomm prejudicam a Apple e toda a indústria”. “Eles nos proporcionam apenas um componente, utilizado para a conectividade, mas exigem há anos um percentual sobre o preço total dos nossos produtos…”

Learn More

Uma revolução no ambiente de trabalho.

Posted by on jun 19, 2016 in Uncategorized

A Apple e a IBM estão redefinindo a empresa móvel em cada setor e função, combinando o poder exponencial dos dados corporativos com a melhor tecnologia móvel do mundo. Essa parceria global exclusiva oferece uma nova geração de apps chamada IBM MobileFirst para iOS, que conecta usuários a grandes volumes de dados e análises direto de seus dispositivos com iOS, de forma fácil e eficiente.

Learn More
5 erros comuns que podem ‘matar’ seu celular 1

5 erros comuns que podem ‘matar’ seu celular

Posted by on maio 31, 2016 in Uncategorized

Especialistas afirmam que há duas boas razões para desligar o celular de tempos em tempos (Foto: Paul Hackett/Reuters)

Para alguns, perder o telefone celular pode significar uma verdadeira tragédia.

No entanto, não é sempre que o tratamos com o devido cuidado.

AEspecialistas afirmam que há duas boas razões para desligar o celular de tempos em tempos (Foto: Paul Hackett/Reuters)lguns erros comuns podem “matar” seu aparelho. Listamos abaixo alguns deles.

1. Nunca desligá-lo
Uma das vantagens do telefone celular é facilitar a mobilidade do usuário.

Especialistas afirmam que há duas boas razões para desligá-lo de tempos em tempos: prolongar a vida útil da bateria e reiniciá-lo, assim como fazemos com o computador.

O primeiro argumento, no entanto, é mais controverso.

Há várias correntes de pensamento sobre o uso adequado da bateria do celular: uma diz para desligá-lo; outra afirma que o procedimento não faz diferença.

Em relação ao segundo, o objetivo é interromper processos que estão sendo realizados em segundo plano e frear “vazamentos de memória”, ou seja, aplicativos que estão ocupando espaço e consumindo energia da bateria.

2. Não usar proteção contra vírus e malwares
Smartphones também são alvo de ataques maliciosos de vírus e outros malwares.

Se seu celular funciona com o sistema operacional Android, vários aplicativos, como Lookout, Avast ou TrustGo podem mantê-lo imune a ataques ou mesmo eliminar ameaças.

O mesmo não acontece no caso de iPhones. A Apple é responsável pela distribuição de patches de segurança quando detecta uma ameaça potencial. Dessa forma, é necessário manter o sistema sempre atualizado.

Há várias correntes de pensamento sobre o uso adequado da bateria do celular: uma diz para desligá-lo; outra afirma que o procedimento não faz diferença.

Em relação ao segundo, o objetivo é interromper processos que estão sendo realizados em segundo plano e frear “vazamentos de memória”, ou seja, aplicativos que estão ocupando espaço e consumindo energia da bateria.

2. Não usar proteção contra vírus e malwares
Smartphones também são alvo de ataques maliciosos de vírus e outros malwares.

Se seu celular funciona com o sistema operacional Android, vários aplicativos, como Lookout, Avast ou TrustGo podem mantê-lo imune a ataques ou mesmo eliminar ameaças.

O mesmo não acontece no caso de iPhones. A Apple é responsável pela distribuição de patches de segurança quando detecta uma ameaça potencial. Dessa forma, é necessário manter o sistema sempre atualizado.

E embora os telefones sejam muito mais resistentes à água do que no passado, poucos são os modelos que funcionam submersos.

Dois aparelhos atuais que supostamente resistem ao teste são o Samsung Galaxy S7 e iPhone 6. Mas ambos sofreram danos em uma avaliação independente realizada neste ano pela empresa de tecnologia SquareTrade.

Quanto ao calor, há um consenso de que não é uma boa ideia expor seu telefone a altas temperaturas, seja na praia, no deserto ou no interior do seu carro estacionado.

5. Carregá-lo no bolso
Este é um erro considerado inevitável para a maioria dos especialistas.

Carregar o telefone no bolso aumenta as chances dele cair no chão, na privada ou em outras superfícies inadequadas.

Além disso, pode representar riscos para a saúde, pela radiação que os aparelhos emitem.

Por essa razão, os manuais de vários modelos de iPhone, incluindo o 6, recomendam não carregá-los no bolso.

tópicos:
 

Learn More
Xiaomi Mi5 – Finalmente chega ao mercado 1

Xiaomi Mi5 – Finalmente chega ao mercado

Posted by on maio 15, 2016 in Uncategorized

A Xiami, que tem sido apelidade de Apple chinesa, finalmente lançou oficialmente o seu mais novo smartphone, o Xiaomi Mi5. Em uma semana a empresa simplesmente alcançou a incrível marca de mais de 14 milhões, isso mesmo, mais de 14 milhões de unidades foram compradas na pré-venda realizada pela empresa.O prazo para início das entregas era o primeiro dia de março. O que será que há de tão especial nesse gadget?

Learn More