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Samsung culpa tamanho da bateria por explosões no Galaxy Note 7, diz jornal

Posted by on jan 20, 2017 in artigo, tecnologia

‘The Wall Street Journal’ apontou resultado da investigação dos incidentes que em 2016 provocou recall de aparelhos. Empresa perdeu bilhões de dólares em receita.

De acordo com o jornal americano, que ouviu fontes próximas do assunto, alguns aparelhos tinham a bateria maior do que deveriam e, por isso, não cabiam corretamente dentro dos chassis. Essa inadequação levou ao superaquecimento dos smartph ones. Outros tinham problemas de confecção, que não foram esclarecidas.

As falham fora

constatadas por uma investigação realizada por um grupo de três consultorias de controle de qualidade e de suprimentos, que serão apresentadas oficialmente pela Samsung na segunda-feira (23).

As empresas UL LLC, Exponent, ambas dos Estados Unidos, e TUV Rheinland, da Alemanha, tinham a missão de encontrar o defeito que forçou a sul-coreana, maior fabricante de smartphones, recolher 2,5 milhões de Galaxy Note 7 sob a ameaça de superaquecerem e explodirem.

As baterias do celular que era uma das apostas da empresa eram fornecidas por Samsung SDI, uma das unidades da sul-coreana, e pela Amperex Technology Ltd. Enquanto a primeira era responsável pelas baterias que não cabiam apropriadamente dentro dos smartphones, a segunda produzia aquelas com falhas

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iPhone completa 10 anos; veja 6 inovações popularizadas pelo celular da Apple

Posted by on jan 13, 2017 in Apple, artigo, tecnologia

 

Veja abaixo seis inovações popularizadas pelo smartphone da Apple que ajudaram a moldar a indústria de eletrônicos:

Tela sensível ao toque

Os displays que reagem ao toque deram aos celulares um novo lugar no mundo dos eletrônicos. Se antes, os aparelhos replicavam o jeitão da organização de itens de um computador, mas de forma comprimida, com a popularização do touchscreen do primeiro iPhone (2007), os celulares ganharam identidade própria. Desde então, aparelhos móveis com cada vez menos botões e teclados virtuais viraram regra. E ampliar fotos com o mouse, em vez de usar dois dedos para esticar a imagens, ficou no passado.

Aplicativos

Se o primeiro iPhone permitia acesso às músicas do iTunes, a loja virtual que a Apple criou para abastecer o iPod, o iPhone 3G, lançado pela Apple em 2008, foi além. A empresa criou a App Store, um espaço virtual que oferecia programas feitos para rodar em celulares. De quebra, fez os iPhones se tornarem um campo aberto para novos criadores de conteúdo, disseminou a ideia dos aplicativos (Google Play, do Google, e Windows Store, da Microsoft, vieram depois) e também ajudou a navegação na internet migrar dos computadores para os smartphones.

Assistente via comandos de voz, Siri

Em 2011, a Apple já havia acostumado os consumidores apresentar inovações aparentes em seus celulares, mas, com o iPhone 4S, surpreendeu. O aparelho era idêntico ao anterior. O que mudava era o que tinha dentro: um novo processador, o Apple A5, mais potente. A maior capacidade era para dar voz à Siri, uma assistente pessoal que executava funções assim que os consumidores falassem com ela. Outra moda que pegou, vide Google Now (que deu lugar ao Assistente Google), à Cortana, da Microsoft, e à Alexa, da Amazon.

Leitor de impressões digitais

O iPhone 5S, de 2013, foi outro celular que tinha uma carinha conhecida, mas trazia mudanças em seu interior. Foi o primeiro smartphone a trazer um processador de 64 bits. Até ele, era preciso digitar uma sequência de letras para destravar o aparelho. Só que a Apple acrescentou o conceito de biometria. Adicionou um leitor de impressões digitais, que passaram a colocar as senhas nas pontas dos dedos. Mais tarde, essas credenciais passaram a ser usadas para certificar compras digitais também. Já a tecnologia passou a ser adotada por outros celulares, como os da Samsung, Motorola e Asus.

Tecnologia 3D Touch

Oito anos depois de popularizar as telas sensíveis ao toque, a Apple incrementou a tecnologia em 2015. O iPhone 6S, de 2015, trazia o 3D Touch, que fazia a tela do smartphone reagir também à pressão dos toques no display. Ao aplicar uma determinada força sobre o ícone de um aplicativo, o usuário recebia opções rápidas de funções. A câmera, por exemplo, sugere selfies ou a execução de vídeos. O recurso foi aprimorado e, no iPhone 7, faz o celular vibrar de acordo com o que ocorre em aplicativos.

Sem entrada para fone

A retirada da entrada exclusiva para fones no iPhone 7, de 2016, não foi apenas uma jogada da Apple para irritar meio mundo. Ao mesmo tempo em que fez que fones e carregadores de bateria compartilhassem a mesma saída, a empresa lançou os AirPods, os fones sem fio. Eles não só eliminam a necessidade de fios conectores, mas colocam a Siri no ouvido dos usuários e permitem que deem comandos de voz a ela. No limite, os AirPods podem servir como uma central de controles dos vários eletrônicos da Apple, já que se conecta também com Macs, iPods e iPads. Basta falar “Hey Siri” e não ter mais de tocar em teclados ou telas.

arte iphone 7 (Foto: arte/G1)

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Fones de ouvido podem nos ‘ouvir’ mesmo ligados na saída de áudio

Posted by on nov 26, 2016 in artigo, tecnologia

O fundador do Facebook Mark Zuckerberg chamou atenção quando revelou em uma foto que usa uma fita para bloquear a webcam e o microfone do seu notebook, uma prática que depois também recebeu a recomendação do diretor do Fone de ouvido FBI James Comey. Mas pesquisadores da universidade Ben Gurion de Israel mostraram que isso pode não ser suficiente. Segundo eles, até um fone de ouvido pode ser transformado em microfone e gravar o som ambiente — mesmo que ele esteja ligado ao computador em uma saida de áudio.Dois detalhes técnicos viabilizam o truque. O primeiro é uma característica de funcionamento dos próprios fones de ouvido: microfones dinâmicos e alto-falantes funcionam de maneira igual, porém inversa. Isso significa que o fone de ouvido já consiste, de fato, de dois microfones. Este, porém, é um fato bastante conhecido e não representa por si só um risco, porque fones de ouvido não são normalmente ligados ao conector de microfone.A segunda peculiaridade técnica que torna o ataque possível é um recurso de certos chips de áudio, nos quais há uma livre associação das entradas e saídas de áudio de um computador. Isso significa que as portas de microfone e fone de ouvido podem ser invertidas e um fone conectado à “saída de fone de ouvido” pode ser visto como microfone, desde que um programa no computador solicite isso ao chip.

Esse recurso é útil porque permite conectar vários microfones ou alto-falantes sem a necessidade de conectores dedicados. Por exemplo, um computador com três conectores poderia ter duas saídas de áudio e um microfone, ou uma saída e dois microfones, conforme a necessidade do utilizador. Sem esse recurso, um computador precisaria de quatro conectores para atender a ambos os cenários de uso.Mas é essa conveniência que permite transformar o fone de ouvido em um microfone: basta “dizer” ao chip que o fone de ouvido é um microfone, e ele será tratado como tal. A ideia de usar esse recurso para espionagem é a novidade do estudo dos pesquisadores Mordechai Guri, Yosef Solewicz, Andrey Daidakulov e Yuval Elovici da Ben Gurion.   

“Um malware pode silenciosamente reconfigurar o conector de fone de ouvido de uma saída para uma conexão de microfone. Como resultado, o fone de ouvido conectado pode funcionar como um par de microfones de gravação, assim transformando o computador em um dispositivo de escuta, mesmo quando o computador não tem um microfone conectado”, diz a pesquisa.

Embora a qualidade do som não seja das melhores, o resultado pode ser bom o bastante para fins de espionagem. Em um teste dos pesquisadores, eles chegaram a conseguir distinguir palavras faladas por uma pessoa a seis metros de distância do fone de ouvido.

Conveniência x segurança
O recurso que permite o ataque (veja a imagem ao lado) é o mesmo que viabiliza a reutilização das portas de áudio em vários computadores e notebooks. Com ele, uma só porta pode ser tanto uma saida ou entrada de microfone. “Corrigir” essa falha implicaria em uma perda de funcionalidade para esses computadores, já que as portas passariam a ter finalidade unica.

Com notebooks ficando cada vez menores, não é desejável aumentar o número de conectores. Por esse motivo, ainda não se sabe como a brecha po

A reassociação de entradas e saídas de áudio faz parte da especificação HD Audio. Isso significa que qualquer chip de áudio desenvolvido de acordo com a norma está potencialmente vulnerável. A pesquisa, porém, se concentrou em chips da Realtek.

A Realtek oferece chips de áudio tanto para o mercado de baixo custo como para sistemas de alto desempenho. Esses chips são frequentemente embutidos nas placas-mãe dos mais variados fabricantes. Por esse motivo, é um dos chips mais comuns do mercado e muitas pessoas podem ter um chip Realtek sem estarem cientes disso.

Os pesquisadores fizeram um vídeo demonstrando o truque (assista) e o artigo dos acadêmicos, em inglês, pode ser baixado aqui.

 

Imagens: Altieres Rohr/Especial para o G1 e Reprodução

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

de ser eliminada em definitivo sem sacrificar a funcionalidade do computador.

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Novos MacBook Pro têm barra ‘touch’ no teclado e leitor de digital

Posted by on out 28, 2016 in Apple, artigo, tecnologia

Botões sensíveis ao toque podem ser adaptados para cada programa.
Máquinas têm entre 13 e 15 polegadas e custam a partir de US$ 1,5 mil.Novos modelos do MacBook Pro têm barra 'touch' acima do teclado (Foto: Divulgação/Apple)

Novos modelos do MacBook Pro têm barra ‘touch’ acima do teclado (Foto: Divulgação/Apple)

A Apple apresentou nesta quinta-feira (27) novos modelos do notebook MacBook Pro que, entre outras novidades, contam com uma barra “touch” na parte superior do teclado. A “Touch Bar” substitui a linha com as teclas F1, F2, F3, etc., dos computadores convencionais e dá acesso a várias funções.

A empresa já havia entregado a novidade por engano na terça (25). A barra “touch” aparecia em imagens na atualização do MacOS Sierra, o sistema operacional que roda nos computadores da Apple.

A companhia também agregou aos seus computadores portáteis o sistema de reconhecimento de impressões digitais “Touch ID”, que já tem no iPhone. No caso de um notebook compartilhado por várias pessoas, essa função permitirá reconhecer instantaneamente qual delas está utilizando o dispositivo e s

Os novos MacBook Pro estarão disponíveis em telas de 13 ou de 15 polegadas por US$ 1,8 mil e US$ 2,4 mil, respectivamente. As entregas devem começar nos Estados Unidos em “duas ou três semanas”.

Uma versão mais barata do MacBook Pro, sem a “Touch Bar” ou a “Touch ID”, estará disponível a partir da semana que vem. O display é de 13 polegadas, com preço inicial de US$ 1,5 mil.

Apple mostra novos modelos do MacBook Pro (Foto: Divulgação/Apple)
Apple mostra novos modelos do MacBook Pro (Foto: Divulgação/Apple)

Barra ‘touch’
De acordo com a Apple, a barra “touch” dos novos aparelhos pode ser personalizada e adaptada ao aplicativo que está sendo usado. Há, por exemplo, botões de navegação ou a lista de favoritos, quando se navega na Internet com o Safari; ferramentas de edição para modificar fotos; ou uma linha de emoticons, quando se está escrevendo uma mensagem.

e adaptar ao perfil personalizado.A Apple explica que a Touch Bar não é compatível apenas com seus próprios programas, mas também com aplicativos concebidos por outras empresas.

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WhatsApp: é possível recuperar conversa que foram apaga. há mais de mês ?

Posted by on jul 1, 2016 in artigo, tecnologia

 Ajuda pa
ra recuperar conversas antigas que foram apagadas no WhatsApp

 Eu li na coluna Tira-dúvidas de tecnologia uma dica sobre como recuperar mensagens antigas do WhatsApp que foram apagadas. Então segui a orientação de baixar e instalar um programa chamado Recuva no meu notebook. Mas após realizar a varredura em busca de arquivos excluídos eu não obtive sucesso em tentar recuperar uma mensagem do dia 04/03/2016. Você pode

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