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10 anos do iPhone: conheça as inovações esquecidas que tornaram possível .

Posted by on jan 2, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

10 anos do iPhone: conheça as inovações esquecidas que tornaram possível o telefone mais revolucionário da história.

No dia 9 de janeiro de 2007, um dos empresários mais influentes do planeta anunciou algo novo – um produto que se tornaria o mais rentável da história.

Era o iPhone. HáUsuário compara a nova versão do smartphone (à esquerda) com o iPhone 4S durante o lançamento do aparelho em Bruxelas. O novo iPhone está mais comprido, leve e fino. (Foto: Yves Herman/Reuters) muitas maneiras pelas quais ele definiu a economia moderna.

Há a lucratividade da coisa, é claro: existem apenas duas ou três empresas no mundo que fazem tanto dinheiro como a Apple ganha apenas com o iPhone.

Existe o fato de que ele criou uma nova categoria de produto: o smartphone. O iPhone e seus imitadores representam um produto que não existia há 10 anos, mas agora é um objeto de desejo para a maioria da humanidade. Há a forma como o iPhone transformou outros mercados – software, música e publicidade.

Mas esses são apenas os fatos óbvios sobre esse produto. E quando você mergulha mais fundo no tema, as revelações são surpreendentes. Nós damos crédito a Steve Jobs e outras figuras importantes na Apple – seu primeiro parceiro Steve Wozniak, seu sucessor Tim Cook, o visionário designer Jony Ive – mas alguns dos atores mais importantes nesta história foram esquecidos.

Elementos essenciais

 

Pergunte-se: o que realmente faz de um iPhone um iPhone? É em parte o design, a interface do usuário, a atenção aos detalhes na forma como o software e o hardware funcionam. Mas debaixo da superfície atrativa do iPhone há alguns elementos críticos que fizeram o iPhone, e todos os outros smartphones, possível.

A economista Mariana Mazzucato fez uma lista de 12 tecnologias-chave que fazem os smartphones funcionarem: 1) minúsculos microprocessadores, 2) chips de memória, 3) discos rígidos de estado sólido, 4) monitores de cristais líquidos e 5) batO designer da Apple Jonny Ive foi amplamente elogiado por sua contribuição para o sucesso do iPhone (Foto: Reuters)erias à base de lítio. Esse é o hardware.

Depois, há as redes e o software. Aí entram: 6) Algoritmos de Transformada Rápida de Fourier – bits inteligentes que tornam possível transformar rapidamente sinais analógicos como som, luz visível e ondas de rádio em sinais digitais que um computador pode manipular.

No número 7: a internet. Um smartphone não é um smartphone sem a internet.

Em oitavo lugar estão HTTP e HTML, as linguagens e os protocolos que transformaram a Internet difícil de usar na World Wide Web (rede mundial de computadores) de fácil acesso. Em nono, as redes celulares. Caso contrário, seu smartphone não só não seria inteligente, como nem sequer seria um telefone. 10) GPS. 11) A tela sensível. 12) Siri, a ajudante de inteligência artificial ativada por voz.

Todas essas tecnologias são componentes importantes que fazem um iPhone, ou qualquer smartphone, funcionar. Algumas delas são indispensáveis. Mas quando Mazzucato montou esta lista de tecnologias e revisou sua história, ela encontrou algo impressionante.

O fator estatal

A figura fundamental no desenvolvimento do iPhone não foi Steve Jobs. Foi Tio Sam. Cada uma dessas 12 tecnologias-chave foi apoiada de forma

significativa pelos governos – muitas vezes pelo governo americano.

Alguns destes casos são famosos. Muitas pessoas sabem, por exemplo, que a World Wide Web deve sua existência ao trabalho do britânico Tim Berners-Lee. Ele era engenheiro de software empregado no Cern, o centro de pesquisa de física de partículas em Genebra que é financiado por governos em toda a Europa.

E a própria internet começou como Arpanet – uma rede de computadores financiada pelo Departamento de Defesa dos EUA no início dos anos 1960. O GPS, é claro, era uma tecnologia militar pura, desenvolvida durante a Guerra Fria e aberta ao uso civil apenas nos anos 1980.

Outros exemplos são menos famosos, embora não menos importantes.

A Transformada Rápida de Fourier é uma família de algoritmos que possibilitaram o deslocamento de um mundo onde o telefone, a televisão e o gramofone trabalhavam em sinais analógicos, para um mundo onde tudo é digitalizado e, portanto, pode ser processado por computadores.

O algoritmo mais comum foi desenvolvido a partir de uma percepção do grande matemático americano John Tukey. Em que Tukey estTecnologia de tela sensível ao toque foi uma das que permitiram o desenvolvimento do iPhone (Foto: Reuters)ava trabalhando na época? Sim, uma aplicação militar.

Especificamente, ele estava no conselho consultivo do presidente Kennedy, em 1963, tentando descobrir como detectar quando a União Soviética estava testando armas nucleares.

Tela sensível, assistente de voz

Os smartphones não seriam smartphones sem suas telas sensíveis -, mas o inventor do touchscreen foi um engenheiro chamado E.A. Johnson, cuja pesquisa inicial foi realizada enquanto ele era empregado pelo Royal Radar Establishment, uma agência do governo britânico.

O trabalho foi desenvolvido no Cern. Eventualmente a tecnologia ‘touch’ foi comercializada por pesquisadores da Universidade de Delaware nos Estados Unidos – Wayne Westerman e John Elias, que venderam sua empresa à Apple.

Depois está a garota com a voz do Vale do Silício: Siri.

No ano 2000, sete anos antes do primeiro iPhone, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada da Defesa dos EUA (Darpa, na sigla em inglês) encomendou ao Instituto de Pesquisa de Stanford o desenvolvimento de uma espécie de proto-Siri, um assistente de escritório virtual que poderia ajudar o pessoal militar a fazer seu trabalho.

Vinte universidades foram trazidas para o projeto, trabalhando com todas as tecnologias necessárias para tornar um assistente virtual ativado por voz uma realidade.

Sete anos mais tarde, a pesquisa foi comercializada como uma start-up, a Siri Incorporated – e foi apenas em 2010 que a Apple comprou os resultados por uma quantia não revelada.

Baterias de íon de lítio cada vez mais sofisticadas têm sido essenciais para o crescimento de smartphones

Lista infindável

Quanto aos discos rígidos, baterias de íon de lítio, monitores de cristal líquido e semicondutores há histórias semelhantes a serem contadas.

Em cada caso, houve brilho científico e abundância do empreendedorismo do setor privado. Mas havia também muito dinheiro endereçado por agências governamentais – geralmente agências dos EUA, especialmente algum braço do exército dos EUA.

O próprio Vale do Silício tem uma grande dívida com a Fairchild Semiconductor – a empresa que desenvolveu os primeiros circuitos integrados comercialmente viáveis. E a Fairchild Semiconductor, em seus primórdios, dependia de compras militares.

É claro que os militares dos EUA não fizeram o iPhone. A Cern não criou o Facebook ou o Google. Estas tecnologias, que tantas pessoas confiam hoje em dia, foram aprimoradas e comercializadas pelo setor privado. Mas foi o financiamento de governos e a tomada de risco de entes públicos que fez todas essas coisas possíveis.

Esse é um pensamento para manter ao ponderar os desafios tecnológicos que temos a frente em campos como a energia e biotecnologia.

Steve Jobs era um gênio, não há como negar. Um de seus notáveis projetos paralelos foi o estúdio de animação Pixar – que mudou o mundo do cinema quando lançou Toy Story.

Mesmo sem a tela sensível ao toque e a internet Steve Jobs poderia muito bem ter criado algo maravilhoso.

Mas não teria sido uma tecnologia de agitação mundial como o iPhone. O mais provável é que fosse, como Woody e Buzz, um brinquedo absolutamente encantador.

*Tim Harford é colunista do jornal “Financial Times”. Seu podcast 50 Things That Made the Modern Economy (50 coisas que fizeram a economia moderna, em tradução livre) é transmitido pelo Serviço Mundial da BBC.

 (Foto: arte/G1)

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Apple Music atinge 20 milhões de assinantes

Posted by on dez 10, 2016 in Apple, artigo, Tecnologia da informação

Music, novo serviço de streaming da Apple. (Foto: Divulgação/Apple)

O serviço de música em streaming Apple Music superou os 20 milhões de assinantes, mostrando um crescimento rápido em um mercado onde espera competir com o Spotify, líder do setor.

A Apple, que revolucionou a música digital há quinze anos ao criar o iTunes, lançou seu serviço de streaming em junho de 2015.

“Bilhões de pessoas escutam música e nós sequer alcançamos 100 milhões de assinantes. Há uma enorme oportunidade de crescimento”, afirmou Eddy Cue, um diretor da Apple responsável pelos serviços online da empresa, em uma entrevista para a revista “Billboard”.

Ao revelar o número de assinantes, a gigante da informática demonstrou que se mantém em crescimento contínuo.

De acordo com a empresa, mais de 60% dos assinantes da Apple Music não compraram nada por meio do iTunes no decorrer do ano passado, o que mostra que o streaming estaria substituindo a compra de músicas por download.

A sueca Spotify declarou em setembro possuir 40 milhões de assinantes pagos. Também conta com um serviço gratuito com publicidade, o que leva sua audiência a um total de 100 milhões.

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Samsung registra lente de contato ‘smart’ com câmera ativada a piscadas

Posted by on nov 16, 2016 in artigo, Tecnologia da informação

Projeto prevê display, antena, sensores e câmera na lente inteligente.
Patente mostra que, assim como Google, sul-coreana está explorandoLente de contato do Google (Foto: Google/AP) área.

A Samsung registrou patente na Coreia do Sul de uma lente de contato inteligente que terá câmera fotográfica e outros comandos ativados por piscadas do usuário, como revelou esta semana o SamMobile, site especializado em novidades da marca.

A nova patente emitida mostra que a lente conta com um pequeno display, antena, câmera fotográfica e diversos sensores que captam piscadas e os movimentos do globo ocular. Ela precisará se comunicar com um aparelho externo, como um smartphone, para processar o conteúdo produzido pela lente e exibido para quem a usar.

A promessa é que lentes de contato se adequem como uma maneira mais natural de prover realidade aumentada em comparação aos óculos. Espera-se, no entanto, que um produto como esse gere polêmica quando for de fato anunciado, já que levanta questões de privacidade a partir do momento em que se poderá esconder uma câmera em um olho.

Antes da Samsung, a Google anunciou no início de 2014 que estava tocando um projeto similar com lentes de contato inteligentImagens de patente da Samsung mostram sensores que a lente inteligente terá (Foto: Divulgação)es. Ainda naquele ano o projeto resultou em um acordo com a farmacêutica Novartis para licenciar lentes “smart” que ajudam diabéticos a medir o nível de glicose no sangue ou restauram a habilidade dos olhos de focar em um objeto.

Apesar de a patente da Samsung só ter saído agora, ela foi pedida dois anos ca quanto a isso.

atrás, o que mostra que a marca sul-coreana também está de olho na área há algum tempo.

Recentemente, a Samsung também fez o registro do nome Gear Blink, o que gerou especulação sobre a possibilidade de ele estar diretamente ligado ao projeto da lente inteligente, mas não houve confirmação da mar

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Passar várias horas no celular pode causar dores de cabeça e tendinite

Posted by on nov 5, 2016 in artigo, Tecnologia da informação

Alguns usuários chegam a dar 420 mil toques no aparelho por mês.
Ortopedista de São Carlos lista cuidados para evitar problemas de saúde!

O celular se tornou um item inseparável no cotidiano, mas muitos desconhecem os danos que o uso excessivo do aparelho pode causar na coluna, nos pulsos e, principalmente, nos polegares.

Segundo o ortopedista de São Carlos (SP) Luís Phelipe Cardinalli, há pessoas que chegam a trocar 500 mensagens de texto por dia, com uma média de 30 caracteres cada, ou seja, dão 15 mil toques diários na tela, 105 mil por semana ou 420 mil por mês. Quando não são as mensagens, os jogos ocupam o lugar.

“Esses jogos são a forma que achei para me distrair, aí acaba acalmando um pouco”, contou Lucimara Ana Gerônimo, auxiliar de serviços gerais.

Com tantos movimentos repetitivos, podem surgir problemas de saúde como os casos conhecidos por “pescoço de texto”, em que a pessoa relata dores na cabeça ligadas a

De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a “deitar” o pescoço em até 60 graus.

“Na medida do possível, [é recomendado] manter o celular mais próximo da nossa linha do horizonte para que a gente não precise inclinar a cabeça para enxergar”, explicou Cardinalli.

Uso dos polegares pode causar tendinite, afirma
ortopedista de São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Outro probl

De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a “deitar” o pescoço em até 60 graus.

“Na medida do possível, [é recomendado] manter o celular mais próximo da nossa linha do horizonte para que a gente não precise inclinar a cabeça para enxergar”, explicou Cardinalli.

Uso dos polegares pode causar tendinite e outras lesões (Foto: Paulo Chiari/ EPTV)Uso dos polegares pode causar tendinite, afirma
ortopedista de São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Outro problema comum está relacionado ao uso intensivo dos polegares, o que pode gerar uma tendinite chamada de “Tenossinovite de Quervain”.

“É interessante procurar digitar com outros dedos também, não ó com os dedões. Uma forma é segurar o celular com uma mão e digitar com o indicador, por exemplo”, orientou.

Os cuidados podem minimizar danos e evitar problemas futuros, mas em caso de dores mais fortes a recomendação é procurar um especialista.

ema comum está relacionado ao uso intensivo dos polegares, o que pode gerar uma tendinite chamada de “Tenossinovite de Quervain”.

“É interessante procurar digitar com outros dedos também, não ó com os dedões. Uma forma é segurar o celular com uma mão e digitar com o indicador, por exemplo”, orientou.

Os cuidados podem minimizar danos e evitar problemas futuros, mas em caso de dores mais fortes a recomendação é procurar um especialista.

tensões na nuca, pescoço, braços e ombros.

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Samsung avaliará se celular que pegou fogo em avião é Galaxy Note 7

Posted by on out 8, 2016 in artigo, Tecnologia da informação

Ainda no solo, avião estava em aeroporto de Louisville, nos EUA.
Aparelho que pegou fogo era um Galaxy Note 7, afirma o dono.

A Samsung informou nesta quinta-feira (6) que examinará o celular que pegou fogo e  obrigou a evacuação de um voo nos Estados Unidos para comprovar se se trata de um de seus aparelhos Galaxy Note 7.

“Até que sejamos capazes de recuperar o aparelho, não podemos confirmar que este incidente implique o novo Note 7”, expressou a Samsung Electronics em comunicado, um dia depois que um celular pegou fogo em um avião da Southwest Airlines no aeroporto internacional de Louisville, em Kentucky (EUA).

“Estamos trabalhando com as autoridades da Southwest para recuperar o dispositivo e confirmar a causa. Uma vez que o tenhamos examinado teremos mais informações para divulgar”, concluiu a empresa sul-coreana, sem dar mais detalhes.

O avião da Southwest Airlines estava pronto para decolar rumo a Baltimore (Maryland, EUA) na manhã desta quarta-feira (5), quando fumaça foi detectada na cabine procedente de um telefone celular em chamas.

O proprietário do aparelho afirmou que o smartphone começou a pegar fogo em seu bolso. Ele rapidamente o jogou no chão, onde queimou o carpete do avião.

Após a evacuação da aeronave, o usuário afirmou que se tratava de um Galaxy Note 7 adquirido no dia 21 de setembro e que de fato tinha o símbolo da bateria em cor verde, como corresponde aos dispositivos comercializados depois da revisão.

O avião da Southwest Airlines estava pronto para decolar rumo a Baltimore (Maryland, EUA) na manhã desta quarta-feira (5), quando fumaça foi detectada na cabine procedente de um telefone celular em chamas.

O proprietário do aparelho afirmou que o smartphone começou a pegar fogo em seu bolso. Ele rapidamente o jogou no chão, onde queimou o carpete do avião.

Após a evacuação da aeronave, o usuário afirmou que se tratava de um Galaxy Note 7 adquirido no dia 21 de setembro e que de fato tinha o símbolo da bateria em cor verde, como corresponde aos dispositivos comercializados depois da revisão.v

O site “The Verge” mostrou fotos do telefone acidentado e sua caixa, na qual aparece um quadrado preto que supostamente corresponde aos dispositivos seguros.

A Samsung retirou do mercado o Note 7 no dia 2 de setembro e fez um recall do aparelho, após reconhecer 35 casos documentados no mundo todo de celulares que pegam fogo durante a carga, devido a baterias defeituosas.

Após supostamente solucionar este problema, em meados do mês passado a empresa começou a comercializar os novos dispositivos supostamente seguros.

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