Tecnologia da informação

Por que nem todo conteúdo da Netflix pode ser baixado?

Posted by on mar 19, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

A Netflix trouxe nesta quarta-feira, dia 30 de novembro, uma boa notícia para os seus usuários. Na data a empresa de streaming anunciou que algumas produções da plataforma já estão disponíveis para download, como já vinhamos noticiando a possibilidade, aqui, no Oficina da Net. Desta forma é possível assistir algumas séries e filmes originais mesmo sem estar conectado à internet.

Uma ótima opção parAlgumas produções já podem ser assistidas offline pela Netflix (Imagem: Reprodução/Internet)a quem quer assistir suas produções em locais onde não há Wi-Fi, sem precisar gastar seus preciosos dados móveis. Porém, nem tudo que pode ser assistido online está disponível para download. Mas, por quê?

A explicação está no fato de o catálogo da Netflix ser constituído de acordos entre a empresa de streaming e as distribuidoras de conteúdo televisivo. Nos contratos firmados entre ambas partes está determinado, por exemplo, por quanto tempo o conteúdo estará disponível aos assinantes, o que explica o fato de alguns títulos serem removidos do catálogo . Veja as remoções de dezembro aqui.

Veja também:

  • 4k da Netflix chega para computadores
  • Os 10 melhores filmes na Netflix, segundo nota no IMDb
  • Os 10 ‘melhores’ filmes de comédia na NetflixComo o recurso de download é algo recente, é provável que os contratos firmados antes desta possibilidade não permitam que os títulos sejam baixados pelos usuários. Desta forma será necessário renegociar os termos para distribuir o material pela Netflix.O mesmo não ocorre com as produções originais Netflix, como Orange is The New Black, Narcos, 3%, Stranger Things…Como elas são totalmente controladas pela empresa, não existe toda esta burocracia. Já em casos em que a produção é feita em parceria entre a Netflix e alguma outra distribuidora, também é preciso rever os termos de contrato para incluir a possibilidade de download. Exemplos desta situação são as séries Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage, que usam propriedades da Marvel, que por sua vez é pertencente ao grupo Disney.

    A expectativa é que estas pendências se resolvam com o passar do tempo e assim mais títulos sejam disponibilizados para serem assistidos offline. Ao anunciar a novidade, pelos seus canais oficiais de comunicação, a Netflix garantiu que, em breve, mai

    Pirataria

    Se o que impede as distribuidoras de permitirem a disponibilidade de suas produções para download é o medo da pirataria, já ficou provado que não há motivos para isso. Isto porque a Netflix adotou um sistema semelhante ao Spotify, que permite o download do conteúdo, porém, o material é criptografado e só pode ser acessado pelo app.

    Ou seja, os vídeos baixados pela Netflix não podem ser exportados, nem assistidos em outra plataforma que não seja o próprio serviço de streaming. Desta forma, não há como fazer cópias das produções e distribuí-las ilegalmente. Assim, não há razão para restringir o acesso. Nenhuma empresa sairá prejudicada e quem ganha são os usuários que poderão assistir suas produções prediletas, onde quiserem, sem se preocupar com a conexão da internet. 

    s conteúdo será liberado para download.

Learn More

Instagram libera publicação de 10 fotos ou vídeos por post; veja passo a passo

Posted by on fev 25, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

Imagens de álbuns podem ser editadas uma a uma ou de uma vez só.

Uma  foto só para que? O Instagram começa a liberar a partir desta quarta-feira (22) a publicação de combinações de até 10 fotos ou vídeos por postagem. Até então, era possível colocar no ar apenas um dos tipos de conteúdo de cada vez.

A novidade, que vale para todos os países, começa a chegar aos usuários ao poucos. Deve chegar ao Brasil nas próximas semanas.

Nos perfis, as publicações com múltiplas imagens serão indicadas com um ícone no canto superior que simula fotografias sobrepostas. A sinalização já ocorre com vídeos, que possuem o símbolo de uma câmera.

Quando um desses álbuns aparecer no feed de notícias, o usuário só terá de deslizar o dedo para os lados caso queira ver todas as fotos e vídeos.

Passo a passo:

  • Toque no botão para carregar fotos;
  • Selecione o novo ícone para subir vários vídeos e fotos;
  • Antes de publicar, é possível colocar filtros de uma vez só nos vídeos e fotos ou editá-los um a um;
  • Para trocar a ordem das imagens, basta tocar sobre foto ou vídeo escolhido, segurar e levar para a posição escolhida;
  • Legendas e indicação de localização valem para todo o post; o mesmo vale para curtidas e comentários;
  • Já a marcação de amigos pode ser feita a cada foto ou vídeo

Learn More

10 anos do iPhone: conheça as inovações esquecidas que tornaram possível .

Posted by on jan 2, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

10 anos do iPhone: conheça as inovações esquecidas que tornaram possível o telefone mais revolucionário da história.

No dia 9 de janeiro de 2007, um dos empresários mais influentes do planeta anunciou algo novo – um produto que se tornaria o mais rentável da história.

Era o iPhone. HáUsuário compara a nova versão do smartphone (à esquerda) com o iPhone 4S durante o lançamento do aparelho em Bruxelas. O novo iPhone está mais comprido, leve e fino. (Foto: Yves Herman/Reuters) muitas maneiras pelas quais ele definiu a economia moderna.

Há a lucratividade da coisa, é claro: existem apenas duas ou três empresas no mundo que fazem tanto dinheiro como a Apple ganha apenas com o iPhone.

Existe o fato de que ele criou uma nova categoria de produto: o smartphone. O iPhone e seus imitadores representam um produto que não existia há 10 anos, mas agora é um objeto de desejo para a maioria da humanidade. Há a forma como o iPhone transformou outros mercados – software, música e publicidade.

Mas esses são apenas os fatos óbvios sobre esse produto. E quando você mergulha mais fundo no tema, as revelações são surpreendentes. Nós damos crédito a Steve Jobs e outras figuras importantes na Apple – seu primeiro parceiro Steve Wozniak, seu sucessor Tim Cook, o visionário designer Jony Ive – mas alguns dos atores mais importantes nesta história foram esquecidos.

Elementos essenciais

 

Pergunte-se: o que realmente faz de um iPhone um iPhone? É em parte o design, a interface do usuário, a atenção aos detalhes na forma como o software e o hardware funcionam. Mas debaixo da superfície atrativa do iPhone há alguns elementos críticos que fizeram o iPhone, e todos os outros smartphones, possível.

A economista Mariana Mazzucato fez uma lista de 12 tecnologias-chave que fazem os smartphones funcionarem: 1) minúsculos microprocessadores, 2) chips de memória, 3) discos rígidos de estado sólido, 4) monitores de cristais líquidos e 5) batO designer da Apple Jonny Ive foi amplamente elogiado por sua contribuição para o sucesso do iPhone (Foto: Reuters)erias à base de lítio. Esse é o hardware.

Depois, há as redes e o software. Aí entram: 6) Algoritmos de Transformada Rápida de Fourier – bits inteligentes que tornam possível transformar rapidamente sinais analógicos como som, luz visível e ondas de rádio em sinais digitais que um computador pode manipular.

No número 7: a internet. Um smartphone não é um smartphone sem a internet.

Em oitavo lugar estão HTTP e HTML, as linguagens e os protocolos que transformaram a Internet difícil de usar na World Wide Web (rede mundial de computadores) de fácil acesso. Em nono, as redes celulares. Caso contrário, seu smartphone não só não seria inteligente, como nem sequer seria um telefone. 10) GPS. 11) A tela sensível. 12) Siri, a ajudante de inteligência artificial ativada por voz.

Todas essas tecnologias são componentes importantes que fazem um iPhone, ou qualquer smartphone, funcionar. Algumas delas são indispensáveis. Mas quando Mazzucato montou esta lista de tecnologias e revisou sua história, ela encontrou algo impressionante.

O fator estatal

A figura fundamental no desenvolvimento do iPhone não foi Steve Jobs. Foi Tio Sam. Cada uma dessas 12 tecnologias-chave foi apoiada de forma

significativa pelos governos – muitas vezes pelo governo americano.

Alguns destes casos são famosos. Muitas pessoas sabem, por exemplo, que a World Wide Web deve sua existência ao trabalho do britânico Tim Berners-Lee. Ele era engenheiro de software empregado no Cern, o centro de pesquisa de física de partículas em Genebra que é financiado por governos em toda a Europa.

E a própria internet começou como Arpanet – uma rede de computadores financiada pelo Departamento de Defesa dos EUA no início dos anos 1960. O GPS, é claro, era uma tecnologia militar pura, desenvolvida durante a Guerra Fria e aberta ao uso civil apenas nos anos 1980.

Outros exemplos são menos famosos, embora não menos importantes.

A Transformada Rápida de Fourier é uma família de algoritmos que possibilitaram o deslocamento de um mundo onde o telefone, a televisão e o gramofone trabalhavam em sinais analógicos, para um mundo onde tudo é digitalizado e, portanto, pode ser processado por computadores.

O algoritmo mais comum foi desenvolvido a partir de uma percepção do grande matemático americano John Tukey. Em que Tukey estTecnologia de tela sensível ao toque foi uma das que permitiram o desenvolvimento do iPhone (Foto: Reuters)ava trabalhando na época? Sim, uma aplicação militar.

Especificamente, ele estava no conselho consultivo do presidente Kennedy, em 1963, tentando descobrir como detectar quando a União Soviética estava testando armas nucleares.

Tela sensível, assistente de voz

Os smartphones não seriam smartphones sem suas telas sensíveis -, mas o inventor do touchscreen foi um engenheiro chamado E.A. Johnson, cuja pesquisa inicial foi realizada enquanto ele era empregado pelo Royal Radar Establishment, uma agência do governo britânico.

O trabalho foi desenvolvido no Cern. Eventualmente a tecnologia ‘touch’ foi comercializada por pesquisadores da Universidade de Delaware nos Estados Unidos – Wayne Westerman e John Elias, que venderam sua empresa à Apple.

Depois está a garota com a voz do Vale do Silício: Siri.

No ano 2000, sete anos antes do primeiro iPhone, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada da Defesa dos EUA (Darpa, na sigla em inglês) encomendou ao Instituto de Pesquisa de Stanford o desenvolvimento de uma espécie de proto-Siri, um assistente de escritório virtual que poderia ajudar o pessoal militar a fazer seu trabalho.

Vinte universidades foram trazidas para o projeto, trabalhando com todas as tecnologias necessárias para tornar um assistente virtual ativado por voz uma realidade.

Sete anos mais tarde, a pesquisa foi comercializada como uma start-up, a Siri Incorporated – e foi apenas em 2010 que a Apple comprou os resultados por uma quantia não revelada.

Baterias de íon de lítio cada vez mais sofisticadas têm sido essenciais para o crescimento de smartphones

Lista infindável

Quanto aos discos rígidos, baterias de íon de lítio, monitores de cristal líquido e semicondutores há histórias semelhantes a serem contadas.

Em cada caso, houve brilho científico e abundância do empreendedorismo do setor privado. Mas havia também muito dinheiro endereçado por agências governamentais – geralmente agências dos EUA, especialmente algum braço do exército dos EUA.

O próprio Vale do Silício tem uma grande dívida com a Fairchild Semiconductor – a empresa que desenvolveu os primeiros circuitos integrados comercialmente viáveis. E a Fairchild Semiconductor, em seus primórdios, dependia de compras militares.

É claro que os militares dos EUA não fizeram o iPhone. A Cern não criou o Facebook ou o Google. Estas tecnologias, que tantas pessoas confiam hoje em dia, foram aprimoradas e comercializadas pelo setor privado. Mas foi o financiamento de governos e a tomada de risco de entes públicos que fez todas essas coisas possíveis.

Esse é um pensamento para manter ao ponderar os desafios tecnológicos que temos a frente em campos como a energia e biotecnologia.

Steve Jobs era um gênio, não há como negar. Um de seus notáveis projetos paralelos foi o estúdio de animação Pixar – que mudou o mundo do cinema quando lançou Toy Story.

Mesmo sem a tela sensível ao toque e a internet Steve Jobs poderia muito bem ter criado algo maravilhoso.

Mas não teria sido uma tecnologia de agitação mundial como o iPhone. O mais provável é que fosse, como Woody e Buzz, um brinquedo absolutamente encantador.

*Tim Harford é colunista do jornal “Financial Times”. Seu podcast 50 Things That Made the Modern Economy (50 coisas que fizeram a economia moderna, em tradução livre) é transmitido pelo Serviço Mundial da BBC.

 (Foto: arte/G1)

Learn More

Apple Music atinge 20 milhões de assinantes

Posted by on dez 10, 2016 in Apple, artigo, Tecnologia da informação

Music, novo serviço de streaming da Apple. (Foto: Divulgação/Apple)

O serviço de música em streaming Apple Music superou os 20 milhões de assinantes, mostrando um crescimento rápido em um mercado onde espera competir com o Spotify, líder do setor.

A Apple, que revolucionou a música digital há quinze anos ao criar o iTunes, lançou seu serviço de streaming em junho de 2015.

“Bilhões de pessoas escutam música e nós sequer alcançamos 100 milhões de assinantes. Há uma enorme oportunidade de crescimento”, afirmou Eddy Cue, um diretor da Apple responsável pelos serviços online da empresa, em uma entrevista para a revista “Billboard”.

Ao revelar o número de assinantes, a gigante da informática demonstrou que se mantém em crescimento contínuo.

De acordo com a empresa, mais de 60% dos assinantes da Apple Music não compraram nada por meio do iTunes no decorrer do ano passado, o que mostra que o streaming estaria substituindo a compra de músicas por download.

A sueca Spotify declarou em setembro possuir 40 milhões de assinantes pagos. Também conta com um serviço gratuito com publicidade, o que leva sua audiência a um total de 100 milhões.

Learn More

Samsung registra lente de contato ‘smart’ com câmera ativada a piscadas

Posted by on nov 16, 2016 in artigo, Tecnologia da informação

Projeto prevê display, antena, sensores e câmera na lente inteligente.
Patente mostra que, assim como Google, sul-coreana está explorandoLente de contato do Google (Foto: Google/AP) área.

A Samsung registrou patente na Coreia do Sul de uma lente de contato inteligente que terá câmera fotográfica e outros comandos ativados por piscadas do usuário, como revelou esta semana o SamMobile, site especializado em novidades da marca.

A nova patente emitida mostra que a lente conta com um pequeno display, antena, câmera fotográfica e diversos sensores que captam piscadas e os movimentos do globo ocular. Ela precisará se comunicar com um aparelho externo, como um smartphone, para processar o conteúdo produzido pela lente e exibido para quem a usar.

A promessa é que lentes de contato se adequem como uma maneira mais natural de prover realidade aumentada em comparação aos óculos. Espera-se, no entanto, que um produto como esse gere polêmica quando for de fato anunciado, já que levanta questões de privacidade a partir do momento em que se poderá esconder uma câmera em um olho.

Antes da Samsung, a Google anunciou no início de 2014 que estava tocando um projeto similar com lentes de contato inteligentImagens de patente da Samsung mostram sensores que a lente inteligente terá (Foto: Divulgação)es. Ainda naquele ano o projeto resultou em um acordo com a farmacêutica Novartis para licenciar lentes “smart” que ajudam diabéticos a medir o nível de glicose no sangue ou restauram a habilidade dos olhos de focar em um objeto.

Apesar de a patente da Samsung só ter saído agora, ela foi pedida dois anos ca quanto a isso.

atrás, o que mostra que a marca sul-coreana também está de olho na área há algum tempo.

Recentemente, a Samsung também fez o registro do nome Gear Blink, o que gerou especulação sobre a possibilidade de ele estar diretamente ligado ao projeto da lente inteligente, mas não houve confirmação da mar

Learn More

Passar várias horas no celular pode causar dores de cabeça e tendinite

Posted by on nov 5, 2016 in artigo, Tecnologia da informação

Alguns usuários chegam a dar 420 mil toques no aparelho por mês.
Ortopedista de São Carlos lista cuidados para evitar problemas de saúde!

O celular se tornou um item inseparável no cotidiano, mas muitos desconhecem os danos que o uso excessivo do aparelho pode causar na coluna, nos pulsos e, principalmente, nos polegares.

Segundo o ortopedista de São Carlos (SP) Luís Phelipe Cardinalli, há pessoas que chegam a trocar 500 mensagens de texto por dia, com uma média de 30 caracteres cada, ou seja, dão 15 mil toques diários na tela, 105 mil por semana ou 420 mil por mês. Quando não são as mensagens, os jogos ocupam o lugar.

“Esses jogos são a forma que achei para me distrair, aí acaba acalmando um pouco”, contou Lucimara Ana Gerônimo, auxiliar de serviços gerais.

Com tantos movimentos repetitivos, podem surgir problemas de saúde como os casos conhecidos por “pescoço de texto”, em que a pessoa relata dores na cabeça ligadas a

De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a “deitar” o pescoço em até 60 graus.

“Na medida do possível, [é recomendado] manter o celular mais próximo da nossa linha do horizonte para que a gente não precise inclinar a cabeça para enxergar”, explicou Cardinalli.

Uso dos polegares pode causar tendinite, afirma
ortopedista de São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Outro probl

De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a “deitar” o pescoço em até 60 graus.

“Na medida do possível, [é recomendado] manter o celular mais próximo da nossa linha do horizonte para que a gente não precise inclinar a cabeça para enxergar”, explicou Cardinalli.

Uso dos polegares pode causar tendinite e outras lesões (Foto: Paulo Chiari/ EPTV)Uso dos polegares pode causar tendinite, afirma
ortopedista de São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Outro problema comum está relacionado ao uso intensivo dos polegares, o que pode gerar uma tendinite chamada de “Tenossinovite de Quervain”.

“É interessante procurar digitar com outros dedos também, não ó com os dedões. Uma forma é segurar o celular com uma mão e digitar com o indicador, por exemplo”, orientou.

Os cuidados podem minimizar danos e evitar problemas futuros, mas em caso de dores mais fortes a recomendação é procurar um especialista.

ema comum está relacionado ao uso intensivo dos polegares, o que pode gerar uma tendinite chamada de “Tenossinovite de Quervain”.

“É interessante procurar digitar com outros dedos também, não ó com os dedões. Uma forma é segurar o celular com uma mão e digitar com o indicador, por exemplo”, orientou.

Os cuidados podem minimizar danos e evitar problemas futuros, mas em caso de dores mais fortes a recomendação é procurar um especialista.

tensões na nuca, pescoço, braços e ombros.

Learn More