Tecnologia da informação

Netflix libera download de filmes para app no Windows 10

Posted by on abr 3, 2017 in artigo, Netflix

Usuários do mundo todo serão beneficiados com o anúncio da Netflix. Agora, a empresa irá permitir que todos os clientes, mesmo sem conexão com internet, possam assistir filmes e séries. Vale recordar que a função de download de conteúdo chegou ao Android em novembro de 2016, porém, somente agora foi disponibilizado também para Windows 10.

Para usar o recurso é bastante fácil, o usuário precisa apenas acessar o aplicativo através do computar, selecionar o título que esteja disponível para ser baixado e aguardar até que o processo seja finalizado. Alguns títulos não podem ser baixados. Somente os títulos que estão na sessão disponível para download.

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  • Atualizações Netflix do dia – 01/04/2017vA novidade ficará disponível após a atualização, sendo que irá aparecer uma notificação quando o aplicativo da Netflix for aberto através do Windows 10. Em seguida, basta clicar em “Ok”, e a tela principal da plataforma irá mostrar o filmes e séries que podem, ou não, serem baixados. Existe ainda um guia que exibe somente os filmes e séries disponíveis para download.A sessão de filmes e séries disponíveis para download fica localizada na aba esquerda da tela, onde há um menu denominado “sanduiche”. Após clicar na opção “disponível para download” será possível conferir todo o conteúdos que pode ser visto.Após selecionar o título, procure o ícone de download. Em seguida, aguarde até que o conteúdo seja baixado no computador.O episódio baixado ficará disponível na guia “meus downloads”, que fica localizado no canto superior esquerdo. Lembrando que nem todos os títulos tem está opção, além disso, não é todas as séries que estão completas para download. Tem séries que apenas alguns episódios estão disponíveis. Mesmo assim, vale baixar algum para uma viagem, por exemplo. 

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Hackers já conseguem roubar seus dados através de imagens no Whatsapp e Telegram

Posted by on mar 23, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

Você já deve ter recebido um e-mail com “as nossas fotos ficaram ótimas.exe” em algum momento desta carreira na internet, não é mesmo? Acredite se quiser, mas muita gente caiu nessa fraude. Pois bem, assim como no “conto do bilhete premiado”, nós aprendemos a identificar possíveis tentativas de ataques a dados pessoas, mas quem desconfiaria de uma foto de gatinho?

Uma grave falha de segurança poderia colocar todos os seus dados pessoas nas mãos de hackers com uma simples imagem divertida. Trata-se de um arquivo malicioso criado por crackers (veja as diferenças entre hackers e crackers aqui) que usa uma foto – em forma de link – para clonar seu Whatsapp E Telegram, além de acessar arquivos pessoais mesmo com a Criptografia de ponta-a-ponta ativada.

Quem descobriu a sacanagem foi o pessoal da Check Point Software Technologies. Segundo postagem publicada no último dia 15 de março, as recentes revelações do WikiLeaks a respeito de que instituições governamentais tem total autonomia e capacidade para invadir e monitorar qualquer conversa “secreta”, ligaram o sinal de alerta para usuários mal-intencionados que também tenham tal capacidade. A vulnerabilidade descoberta pela Check Point atinge diretamente o uso dos serviços do Whatsapp e Telegram na versão WEB.

“Essa vulnerabilidade, se explorada, permitiria que os invasores assumissem completamente as contas dos usuários em qualquer navegador e acessassem as conversas pessoais e de grupo das vítimas, fotos, vídeos e outros arquivos compartilhados, listas de contatos e muito mais. Isso significa que os invasores podem potencialmente baixar suas fotos e ou publicá-las on-line, enviar mensagens em seu nome, exigir resgate e até mesmo assumir contas de seus amigos.”, diz a postagem.

Leia também:

  • Cuidado! Tem golpe novo no Gmail

    Como funciona o golpe?

    1. O meliante envia uma imagem com formato HTML para a vítima;
    2. A vítima recebe e abre a imagem corretamente no navegador (até aí tudo funciona perfeitamente);
    3. Imediatamente sua conta é hackeada e o meliante toma acesso ao seus dados, fotos, arquivos e conversas;
    4. O hacker pode fazer o que quiser com seus dados sem o seu consentimento.

    Hackers já conseguem roubar seus dados através de imagens no Whatsapp e Telegram

    Márcio Bohrerpor MÁRCIO BOHRER SEGURANÇA DIGITAL

    Você já deve ter recebido um e-mail com “as nossas fotos ficaram ótimas.exe” em algum momento desta carreira na internet, não é mesmo? Acredite se quiser, mas muita gente caiu nessa fraude. Pois bem, assim como no “conto do bilhete premiado”, nós aprendemos a identificar possíveis tentativas de ataques a dados pessoas, mas quem desconfiaria de uma foto de gatinho?

    Uma grave falha de segurança poderia colocar todos os seus dados pessoas nas mãos de hackers com uma simples imagem divertida. Trata-se de um arquivo malicioso criado por crackers (veja as diferenças entre hackers e crackers aqui) que usa uma foto – em forma de link – para clonar seu Whatsapp E Telegram, além de acessar arquivos pessoais mesmo com a Criptografia de ponta-a-ponta ativada.

    Quem descobriu a sacanagem foi o pessoal da Check Point Software Technologies. Segundo postagem publicada no último dia 15 de março, as recentes revelações do WikiLeaks a respeito de que instituições governamentais tem total autonomia e capacidade para invadir e monitorar qualquer conversa “secreta”, ligaram o sinal de alerta para usuários mal-intencionados que também tenham tal capacidade. A vulnerabilidade descoberta pela Check Point atinge diretamente o uso dos serviços do Whatsapp e Telegram na versão WEB.

    “Essa vulnerabilidade, se explorada, permitiria que os invasores assumissem completamente as contas dos usuários em qualquer navegador e acessassem as conversas pessoais e de grupo das vítimas, fotos, vídeos e outros arquivos compartilhados, listas de contatos e muito mais. Isso significa que os invasores podem potencialmente baixar suas fotos e ou publicá-las on-line, enviar mensagens em seu nome, exigir resgate e até mesmo assumir contas de seus amigos.”, diz a postagem.

    Leia também:

    Como funciona o golpe?

     

    1. O meliante envia uma imagem com formato HTML para a vítima;
    2. A vítima recebe e abre a imagem corretamente no navegador (até aí tudo funciona perfeitamente);
    3. Imediatamente sua conta é hackeada e o meliante toma acesso ao seus dados, fotos, arquivos e conversas;
    4. O hacker pode fazer o que quiser com seus dados sem o seu consentimento.

    Vídeo demonstração no Whatsapp:

    Video demonstração no Telegram:

    Como se proteger?

    • Você deve ter percebido que o arquivo recebido pela vítima não vem da mesma forma que uma imagem convencional, de quando você envia uma foto, por exemplo. Esse é o principal indício de que você não deve abrir tal arquivo.
    • Obviamente não abra um arquivo vindo aleatoriamente de uma pessoa desconhecida. Se for de alguém conhecido, pergunte a ela do que se trata.
    • Procure sempre tentar identificar a extensão do arquivo que você está recebendo:
      ∟ JPEG – Imagem
      ∟ PNG – Imagem
      ∟ EXE – arquivo executável (um programa)
      ∟ HTML – Página da web (caso deste golpe)
      ∟ PDF

      • Se você costuma abrir seu Whatsapp Web em qualquer lugar, tenha o hábito de desconectar de Como ativar a verificação em duas etapas do WhatsApp?outros computadores sempre que lembrar. Assim você evita que esteja com o mensageiro aberto em dois PCs ao mesmo tempo ou que mais alguém esteja acessando sua conta.
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      • Como ativar a verificação em duas etapas do WhatsApp?

      O Whatsapp trabalha com a verificação a Verificação em duas etapas – que é um procedimento de segurança imprescindível para que você tenha total controle sobre seus dados. Veja o que esta verificação faz e como aplicar em seu app.Para mais dicas de segurança, acesse e siga a seção SEGURANÇA aqui no Oficina da Net.

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Por que nem todo conteúdo da Netflix pode ser baixado?

Posted by on mar 19, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

A Netflix trouxe nesta quarta-feira, dia 30 de novembro, uma boa notícia para os seus usuários. Na data a empresa de streaming anunciou que algumas produções da plataforma já estão disponíveis para download, como já vinhamos noticiando a possibilidade, aqui, no Oficina da Net. Desta forma é possível assistir algumas séries e filmes originais mesmo sem estar conectado à internet.

Uma ótima opção parAlgumas produções já podem ser assistidas offline pela Netflix (Imagem: Reprodução/Internet)a quem quer assistir suas produções em locais onde não há Wi-Fi, sem precisar gastar seus preciosos dados móveis. Porém, nem tudo que pode ser assistido online está disponível para download. Mas, por quê?

A explicação está no fato de o catálogo da Netflix ser constituído de acordos entre a empresa de streaming e as distribuidoras de conteúdo televisivo. Nos contratos firmados entre ambas partes está determinado, por exemplo, por quanto tempo o conteúdo estará disponível aos assinantes, o que explica o fato de alguns títulos serem removidos do catálogo . Veja as remoções de dezembro aqui.

Veja também:

  • 4k da Netflix chega para computadores
  • Os 10 melhores filmes na Netflix, segundo nota no IMDb
  • Os 10 ‘melhores’ filmes de comédia na NetflixComo o recurso de download é algo recente, é provável que os contratos firmados antes desta possibilidade não permitam que os títulos sejam baixados pelos usuários. Desta forma será necessário renegociar os termos para distribuir o material pela Netflix.O mesmo não ocorre com as produções originais Netflix, como Orange is The New Black, Narcos, 3%, Stranger Things…Como elas são totalmente controladas pela empresa, não existe toda esta burocracia. Já em casos em que a produção é feita em parceria entre a Netflix e alguma outra distribuidora, também é preciso rever os termos de contrato para incluir a possibilidade de download. Exemplos desta situação são as séries Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage, que usam propriedades da Marvel, que por sua vez é pertencente ao grupo Disney.

    A expectativa é que estas pendências se resolvam com o passar do tempo e assim mais títulos sejam disponibilizados para serem assistidos offline. Ao anunciar a novidade, pelos seus canais oficiais de comunicação, a Netflix garantiu que, em breve, mai

    Pirataria

    Se o que impede as distribuidoras de permitirem a disponibilidade de suas produções para download é o medo da pirataria, já ficou provado que não há motivos para isso. Isto porque a Netflix adotou um sistema semelhante ao Spotify, que permite o download do conteúdo, porém, o material é criptografado e só pode ser acessado pelo app.

    Ou seja, os vídeos baixados pela Netflix não podem ser exportados, nem assistidos em outra plataforma que não seja o próprio serviço de streaming. Desta forma, não há como fazer cópias das produções e distribuí-las ilegalmente. Assim, não há razão para restringir o acesso. Nenhuma empresa sairá prejudicada e quem ganha são os usuários que poderão assistir suas produções prediletas, onde quiserem, sem se preocupar com a conexão da internet. 

    s conteúdo será liberado para download.

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Instagram libera publicação de 10 fotos ou vídeos por post; veja passo a passo

Posted by on fev 25, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

Imagens de álbuns podem ser editadas uma a uma ou de uma vez só.

Uma  foto só para que? O Instagram começa a liberar a partir desta quarta-feira (22) a publicação de combinações de até 10 fotos ou vídeos por postagem. Até então, era possível colocar no ar apenas um dos tipos de conteúdo de cada vez.

A novidade, que vale para todos os países, começa a chegar aos usuários ao poucos. Deve chegar ao Brasil nas próximas semanas.

Nos perfis, as publicações com múltiplas imagens serão indicadas com um ícone no canto superior que simula fotografias sobrepostas. A sinalização já ocorre com vídeos, que possuem o símbolo de uma câmera.

Quando um desses álbuns aparecer no feed de notícias, o usuário só terá de deslizar o dedo para os lados caso queira ver todas as fotos e vídeos.

Passo a passo:

  • Toque no botão para carregar fotos;
  • Selecione o novo ícone para subir vários vídeos e fotos;
  • Antes de publicar, é possível colocar filtros de uma vez só nos vídeos e fotos ou editá-los um a um;
  • Para trocar a ordem das imagens, basta tocar sobre foto ou vídeo escolhido, segurar e levar para a posição escolhida;
  • Legendas e indicação de localização valem para todo o post; o mesmo vale para curtidas e comentários;
  • Já a marcação de amigos pode ser feita a cada foto ou vídeo

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10 anos do iPhone: conheça as inovações esquecidas que tornaram possível .

Posted by on jan 2, 2017 in artigo, Tecnologia da informação

10 anos do iPhone: conheça as inovações esquecidas que tornaram possível o telefone mais revolucionário da história.

No dia 9 de janeiro de 2007, um dos empresários mais influentes do planeta anunciou algo novo – um produto que se tornaria o mais rentável da história.

Era o iPhone. HáUsuário compara a nova versão do smartphone (à esquerda) com o iPhone 4S durante o lançamento do aparelho em Bruxelas. O novo iPhone está mais comprido, leve e fino. (Foto: Yves Herman/Reuters) muitas maneiras pelas quais ele definiu a economia moderna.

Há a lucratividade da coisa, é claro: existem apenas duas ou três empresas no mundo que fazem tanto dinheiro como a Apple ganha apenas com o iPhone.

Existe o fato de que ele criou uma nova categoria de produto: o smartphone. O iPhone e seus imitadores representam um produto que não existia há 10 anos, mas agora é um objeto de desejo para a maioria da humanidade. Há a forma como o iPhone transformou outros mercados – software, música e publicidade.

Mas esses são apenas os fatos óbvios sobre esse produto. E quando você mergulha mais fundo no tema, as revelações são surpreendentes. Nós damos crédito a Steve Jobs e outras figuras importantes na Apple – seu primeiro parceiro Steve Wozniak, seu sucessor Tim Cook, o visionário designer Jony Ive – mas alguns dos atores mais importantes nesta história foram esquecidos.

Elementos essenciais

 

Pergunte-se: o que realmente faz de um iPhone um iPhone? É em parte o design, a interface do usuário, a atenção aos detalhes na forma como o software e o hardware funcionam. Mas debaixo da superfície atrativa do iPhone há alguns elementos críticos que fizeram o iPhone, e todos os outros smartphones, possível.

A economista Mariana Mazzucato fez uma lista de 12 tecnologias-chave que fazem os smartphones funcionarem: 1) minúsculos microprocessadores, 2) chips de memória, 3) discos rígidos de estado sólido, 4) monitores de cristais líquidos e 5) batO designer da Apple Jonny Ive foi amplamente elogiado por sua contribuição para o sucesso do iPhone (Foto: Reuters)erias à base de lítio. Esse é o hardware.

Depois, há as redes e o software. Aí entram: 6) Algoritmos de Transformada Rápida de Fourier – bits inteligentes que tornam possível transformar rapidamente sinais analógicos como som, luz visível e ondas de rádio em sinais digitais que um computador pode manipular.

No número 7: a internet. Um smartphone não é um smartphone sem a internet.

Em oitavo lugar estão HTTP e HTML, as linguagens e os protocolos que transformaram a Internet difícil de usar na World Wide Web (rede mundial de computadores) de fácil acesso. Em nono, as redes celulares. Caso contrário, seu smartphone não só não seria inteligente, como nem sequer seria um telefone. 10) GPS. 11) A tela sensível. 12) Siri, a ajudante de inteligência artificial ativada por voz.

Todas essas tecnologias são componentes importantes que fazem um iPhone, ou qualquer smartphone, funcionar. Algumas delas são indispensáveis. Mas quando Mazzucato montou esta lista de tecnologias e revisou sua história, ela encontrou algo impressionante.

O fator estatal

A figura fundamental no desenvolvimento do iPhone não foi Steve Jobs. Foi Tio Sam. Cada uma dessas 12 tecnologias-chave foi apoiada de forma

significativa pelos governos – muitas vezes pelo governo americano.

Alguns destes casos são famosos. Muitas pessoas sabem, por exemplo, que a World Wide Web deve sua existência ao trabalho do britânico Tim Berners-Lee. Ele era engenheiro de software empregado no Cern, o centro de pesquisa de física de partículas em Genebra que é financiado por governos em toda a Europa.

E a própria internet começou como Arpanet – uma rede de computadores financiada pelo Departamento de Defesa dos EUA no início dos anos 1960. O GPS, é claro, era uma tecnologia militar pura, desenvolvida durante a Guerra Fria e aberta ao uso civil apenas nos anos 1980.

Outros exemplos são menos famosos, embora não menos importantes.

A Transformada Rápida de Fourier é uma família de algoritmos que possibilitaram o deslocamento de um mundo onde o telefone, a televisão e o gramofone trabalhavam em sinais analógicos, para um mundo onde tudo é digitalizado e, portanto, pode ser processado por computadores.

O algoritmo mais comum foi desenvolvido a partir de uma percepção do grande matemático americano John Tukey. Em que Tukey estTecnologia de tela sensível ao toque foi uma das que permitiram o desenvolvimento do iPhone (Foto: Reuters)ava trabalhando na época? Sim, uma aplicação militar.

Especificamente, ele estava no conselho consultivo do presidente Kennedy, em 1963, tentando descobrir como detectar quando a União Soviética estava testando armas nucleares.

Tela sensível, assistente de voz

Os smartphones não seriam smartphones sem suas telas sensíveis -, mas o inventor do touchscreen foi um engenheiro chamado E.A. Johnson, cuja pesquisa inicial foi realizada enquanto ele era empregado pelo Royal Radar Establishment, uma agência do governo britânico.

O trabalho foi desenvolvido no Cern. Eventualmente a tecnologia ‘touch’ foi comercializada por pesquisadores da Universidade de Delaware nos Estados Unidos – Wayne Westerman e John Elias, que venderam sua empresa à Apple.

Depois está a garota com a voz do Vale do Silício: Siri.

No ano 2000, sete anos antes do primeiro iPhone, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada da Defesa dos EUA (Darpa, na sigla em inglês) encomendou ao Instituto de Pesquisa de Stanford o desenvolvimento de uma espécie de proto-Siri, um assistente de escritório virtual que poderia ajudar o pessoal militar a fazer seu trabalho.

Vinte universidades foram trazidas para o projeto, trabalhando com todas as tecnologias necessárias para tornar um assistente virtual ativado por voz uma realidade.

Sete anos mais tarde, a pesquisa foi comercializada como uma start-up, a Siri Incorporated – e foi apenas em 2010 que a Apple comprou os resultados por uma quantia não revelada.

Baterias de íon de lítio cada vez mais sofisticadas têm sido essenciais para o crescimento de smartphones

Lista infindável

Quanto aos discos rígidos, baterias de íon de lítio, monitores de cristal líquido e semicondutores há histórias semelhantes a serem contadas.

Em cada caso, houve brilho científico e abundância do empreendedorismo do setor privado. Mas havia também muito dinheiro endereçado por agências governamentais – geralmente agências dos EUA, especialmente algum braço do exército dos EUA.

O próprio Vale do Silício tem uma grande dívida com a Fairchild Semiconductor – a empresa que desenvolveu os primeiros circuitos integrados comercialmente viáveis. E a Fairchild Semiconductor, em seus primórdios, dependia de compras militares.

É claro que os militares dos EUA não fizeram o iPhone. A Cern não criou o Facebook ou o Google. Estas tecnologias, que tantas pessoas confiam hoje em dia, foram aprimoradas e comercializadas pelo setor privado. Mas foi o financiamento de governos e a tomada de risco de entes públicos que fez todas essas coisas possíveis.

Esse é um pensamento para manter ao ponderar os desafios tecnológicos que temos a frente em campos como a energia e biotecnologia.

Steve Jobs era um gênio, não há como negar. Um de seus notáveis projetos paralelos foi o estúdio de animação Pixar – que mudou o mundo do cinema quando lançou Toy Story.

Mesmo sem a tela sensível ao toque e a internet Steve Jobs poderia muito bem ter criado algo maravilhoso.

Mas não teria sido uma tecnologia de agitação mundial como o iPhone. O mais provável é que fosse, como Woody e Buzz, um brinquedo absolutamente encantador.

*Tim Harford é colunista do jornal “Financial Times”. Seu podcast 50 Things That Made the Modern Economy (50 coisas que fizeram a economia moderna, em tradução livre) é transmitido pelo Serviço Mundial da BBC.

 (Foto: arte/G1)

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Apple Music atinge 20 milhões de assinantes

Posted by on dez 10, 2016 in Apple, artigo, Tecnologia da informação

Music, novo serviço de streaming da Apple. (Foto: Divulgação/Apple)

O serviço de música em streaming Apple Music superou os 20 milhões de assinantes, mostrando um crescimento rápido em um mercado onde espera competir com o Spotify, líder do setor.

A Apple, que revolucionou a música digital há quinze anos ao criar o iTunes, lançou seu serviço de streaming em junho de 2015.

“Bilhões de pessoas escutam música e nós sequer alcançamos 100 milhões de assinantes. Há uma enorme oportunidade de crescimento”, afirmou Eddy Cue, um diretor da Apple responsável pelos serviços online da empresa, em uma entrevista para a revista “Billboard”.

Ao revelar o número de assinantes, a gigante da informática demonstrou que se mantém em crescimento contínuo.

De acordo com a empresa, mais de 60% dos assinantes da Apple Music não compraram nada por meio do iTunes no decorrer do ano passado, o que mostra que o streaming estaria substituindo a compra de músicas por download.

A sueca Spotify declarou em setembro possuir 40 milhões de assinantes pagos. Também conta com um serviço gratuito com publicidade, o que leva sua audiência a um total de 100 milhões.

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