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Games brasileiros garantem presença na E3 2017

Posted by on jun 12, 2017 in artigo, Jogos, Jogos

‘Dandara’, ‘Guts’, ‘Ninjin: The Clash of Carrots’ e ‘Community Inc’ garimpam espaço em evento paralelo à maior feira de games do ano, em Los Angeles (EUA).

A o menos quatro games brasileiros poderão ser testados pelo público da E3 2017, maior feira de games do ano, que começa oficialmente na próxima terça-feira (13) em Los Angeles (EUA).

O G1 acompanha as principais

The Mix é um evento focado na divulgação de games independentes e já acontece na E3 há 3 anos (Foto: Divulgação)notícias do evento. Você pode seguir a nossa cobertura em tempo real clicando aqui .

“Dandara”, “Guts”, “Ninjin: The Clash of Carrots” e “Community Inc” participarão do The Mix, evento focado na divulgação de games independentes e que acontece em paralelo à E3 há 3 anos. O encontro acontece na quarta-feira (14). Veja abaixo uma breve descrição de cada

jogo:

‘Dandara’

Desenvolvido pela Long Hat House, de Belo Horizonte (MG), “Dandara” é um game do gênero “Metroidvania” – você aprende novas habilidades durante a partida e pode usá-las para acessar áreas até então bloqueadas. O jogo usa um visual “pixel art”, bem retrô, e a sua heróina tem habilidades que desafiam a gravidade. Veja o trailer do jogo aqui.

“Dandara” será lançado para dispositivos móveis, PCs e o novo Nintendo Switch.

‘Guts’Em 'Guts', objetivo dos jogadores é desmembrar por completo seu adversário (Foto: Divulgação)

Em ‘Guts’, objetivo dos jogadores é desmembrar por completo seu adversário (Foto: Divulgação)

“Guts” é um game de luta com uma ideia bizarra. No jogo da Flux, de São Paulo (SP), os lutadores não tem uma barra de vida. A única forma de derrotar o adversário é acertando golpes (engraçados) que vão arrancando partes do seu corpo. Ganha quem arrancar os quatro membros do oponente e depois acertar um movimento especial. Mas cuidado: é possível recuperar um braço ou uma perna e virar a partida. Assista ao trailer aqui.

“Guts” vai ser lançado para PlayStation 4, Xbox One e PCs

‘Ninjin”Ninjin: T'Ninjin: The Clash of Carrots' é game brasileiro de ação com uma temática de ninjas e samurais (Foto: Divulgação)he Clash of Carrots’ é game brasileiro de ação com uma temática de ninjas e samurais (Foto: Divulgação)

Em desenvolvimento há 3 anos, “Ninjin: Clash of Carrots” pega elementos de games de ação, corrida infinita (“Jetpack Joyride”) e “shoot ‘em up” (“R-Type”) e os funde com ninjas e samurais muito bem-humorados.

O estúdio Pocket Trap, de São Paulo (SP), já lançou um primeiro “Ninjin”

para aparelhos iOS em 2013 e almejou um projeto maior após uma edição da feira de games BGS. De lá para cá, o jogo também passou pela Tokyo Game Show, evento no Japão.

‘Community Inc”C”Ninjin: Clash'Community Inc' é jogo brasileiro de gerenciamento de cidades (Foto: Divulgação) of Carrots” será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PCs.ommunity Inc’ é jogo brasileiro de gerenciamento de cidades (Foto: Divulgação)

O Brasil também sabe fazer jogos de construção de cidade. Esse é o estilo de “Community Inc”, do estúdio T4 Interactive, de São Paulo (SP). Seu objetivo é construir uma comunidade a partir de mais de 150 itens diferentes. E gerenciar seus moradores para que eles trabalhem e sejam felizes. Para quem conhece, lembra “Banished”, também para PCs.

“Community Inc” será lançado só nos computadores. 

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Google quer levar tecnologia de ‘Pokémon Go’ para salas de aula

Posted by on maio 22, 2017 in artigo, Jogos

Sistema de realidade aumentada leva para a tela do celular série de experiências imersivas, como recriações de monumentos históricos e do interior do corpo humano.

Google cria tecnologia de realidade virtual para experiências nas escolas

Parece “Pokémon Go”, usa um aparelho que tira a atenção de qualquer pessoa, mas, acredite, é uma ferramenta para estudantes se concentrarem nos estudos dentro do colégio.

O Google anunciou nesta quarta-feira (17) o lançamento de um sistema de realidade aumentada para tornar as salas de aulas mais divertidas: os alunos usam seus celulares para visualizarem recriações em 3D de monumentos históricos, do interior do corpo humano e até de corpos celestes.

Durante o Google I/O, a conferência da companhia para desenvolvedores, a empresa apresentou o Expedições em Realidade Aumentada. A tecnologia é a mesma de “Pokémon Go”, game de celular em que os jogadores enxergam os monstrinhos virtuais sobrepostos a imagens do mundo real. Basta mirar a câmera para alguma direção e lá está o Pikachu no seu sofá.

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No Expedições, o funcionamento é o mesmo, mas o que é exibido na tela do celular e o objetivo são diferentes.

Criado para ser um auxiliar dos professores, a plataforma permite viagens pela Idade Antiga, pelo Sistema Solar e por uma artéria rumo ao coração.

Também tem a capacidade de levar para a sala de aula itens curiosos, como o primeiro satélite alimentado com painéis que captam energia solar e roupas de astronautas. Ainda é possível ver fenômenos naturais, como furacões e erupções vulcânicas.

O Expedições é uma evolução de um sistema que permitia tours por mais de 600 lugares, como Machu Picchu e Antártida, e já funciona há dois anos. Cerca de 2 milhões de estudantes embarcaram.

Agora, o sistema interativo ganhou uma camada de realidade aumentada e chega a escolas ainda este ano, e até o fim de maio nos Estados Unidos.

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‘Darksiders III’ é anunciado; lançamento é em 2018

Posted by on maio 3, 2017 in artigo, Jogos

Game de ação e aventura tem Fury (fúria), dos Cavaleiros do Apocalipse, em missão para livrar Terra devastada dos Sete Pecados Capitais. O game de ação e aventura “Darksiders III” foi anunciado nesta terça-feira (2) pela produtora THQ Nordic. A história do jogo acontece no mesmo universo dos outros títulos da séri'Darksiders III' tem a guerreira Fury no papel principal (Foto: Divulgação) e, e mostra os Cavaleiros do Apocalipse lutando para salvar uma Terra devastada e infestada de monstros.

O lançamento está previsto para 2018. “Darksiders III” terá versões para PlayStation 4, Xbox One e PCs.

Fúria

Depois de War (guerra) e Death (morte), agora é a vez da guerreira Fury (fúria) assumir o papel de protagonista de um “Darksiders”. Fury deve usar suas magias e seu chicote para exterminar os Sete Pecados Capitais, que assumiram formas de carne e osso, em uma história que acontece em paralelo à de “Darksiders II”,

De acordo com a THQ Nordic,História de 'Darksiders III' acontece em paralelo à de 'Darksiders II' (Foto: Divulgação) “Darksiders III” acontece em um mundo aberto, ou seja, que permite aos jogadores cumprir as missões na ordem que preferir. E tal qual os outros games da franquia, a pancadaria, o uso de combinações de golpes e a busca por itens no estilo de “The Legend of Zelda” devem ser os principais destaques.

“Darksiders III” é desenvolvido pela Gunfire Games, estúdio formado por ex-membros da Vigil Games, a desenvolvedora original da série

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Na estreia de ‘Lego Batman: O filme’, entenda como games ajudaram mania …

Posted by on fev 10, 2017 in artigo, Jogos

” Lego Batman: O filme” estreou nesta quinta-feira (9) no Brasil e é o segundo longa-metragem baseado nos blocos de montar, seguindo 

“Uma aventura Lego” (2014). A

animação dirigida por Chris McKay (“Frango robô”) até mostra o homem-morcego enfrentando o Coringa e vivendo outras situações que os fãs já conhecem, mas o destaque mais uma vez deve ser o tom escrachado – uma característica herdada dos games Lego que inundaram o mercado nos últimos anos.

CRÍTICA: ‘Lego Batman: O filme’ empolga com sátira a filmes de heróis

Quem começou com essa ideia de satirizar, mas sem deixar de reverenciar, algumas das grandes franquias da cultura pop foi o primeiro “Lego Star Wars”, de 2005, para PlayStation 2, GameCube, Xbox, PC e Game Boy Advance.

A parceria entre Lego e “Star Wars” existe desde 1999 em várias linhas de brinquedos, mas o game lançou uma perspectiva mais leve e bem-humorada sobre os filmes. Jar Jar Binks, um dos personagens mais controversos da saga espacial, por exemplo, é motivo de chacota. E a climática cena em que Darth Vader revela ser pai de Luke Skywalker é reencenada com ajuda de uma foto de Anakin e Padmé.

A ideia deu certo, e hoje o primeiro game acumula sozinho mais de 7 milhões de unidades vendidas no mundo todo, segundo o site VGChartz.

 Sequências foram lançadas e outras franquias populares entraram no bonde, como “Lego Indiana Jones” (2008), “Lego Harry Potter” (2010) e “Lego Senhor dos Aneis” (2012). Super-heróis dos quadrinhos da Marvel e da DC, que sempre tiveram dificuldade em virar bons games, também ganharam jogos, como “Lego Vingadores” (2016) e o próprio “Lego Batman” (2008) – desde então, o homem-morcego já tem três títulos do tipo.

Com o filme “Uma aventura Lego” – que por sua vez também ganhou um game – o estilo mais brincalhão atrelado ao nome Lego se consolidou, com destaques para os personagens inéditos Vitruvius (Morgan Freeman) e Presidente Negócios (Will Ferrell), mas também para Batman.

Interpretado pelo comediante Will Arnett, o homem-morcego de Lego é ainda mais egocêntrico e deprimido que sua versão do cânone. E agora ele ganha uma produção própria, onde além de ser um playboy entediado que troca o dia pela noite, também precisa lidar com o imprevisto de ter adotado um filho.

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‘Super Mario Run’ é adaptação fiel (e cara) do mascote da Nintendo para celulares; G1 jogou

Posted by on dez 17, 2016 in artigo, Jogos

Preço de US$ 10 deve espantar quem só está atrás de um novo passatempo para as viagens de ônibus. Game foi lançado para iPhones na quinta (15). Os  fãs mais alvoroçados da Nintendo não têm o que temer. “Super Mario Run”, primeiro game do encanador bigodudo para iPhones, é sim uma experiência adaptada para celulares, mas que se mantém bastante fiel às habilidades e à diversão do mascote nos videogames. O preço de US$ 10 (cerca de R$ 40), porém, é alto e vai espantar quem só está buscando um novo passatempo para as viagens de ônibus. Assista Essencialmente, “Super Mario Run” é um jogo do gênero “infinity runner”, ou corredor infinito. Mario corre automaticamente para a direita e cabe ao jogador tocar a tela do smartphone para fazê-lo pular e coletar moedas, itens e esmagar Goombas, Koopa Troopas e outros inimigos.A boa notícia é que, apesar de diferente, “Super Mario Run” é um melzinho na chupeta para quem joga ou já jogou “Super Mario”. O game respeita a física e as mecânicas de Mario nos videogames. Ou seja: o tempo que ele leva para pular e cair, o ganho de altura a cada inimigo acertado em sequência e várias habilidades suas, como o pulo que quica na parede e ajuda o herói a alcançar plataformas mais altas.

Existem alguns truques novos também. O bloco de seta indica que, se Mario passar por cima dele, um caminho de moedas irá surgir naquela direção. Já o bloco de pausa é encontrado geralmente em bifurcações ou diante de um obstáculo mais difícil, e permite ao jogador parar por um minuto para pensar no que fazer. As estrelas, por sua vez, ganham uma função adicional e atraem moedas.

Quem nunca jogou “Super Mario” também não terá dificuldade. O comportamento e o tempo de pulo do herói têm sido mais ou menos o mesmo há tantos anos porque ele é bem acessível. E com pouco tempo de jogo, o fato de ele andar automaticamente passa a ser apenas detalhe. “Super Mario Run” é um autêntico jogo do italiano bigodudo da Nintendo.

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