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iPhone 7, J7 Prime e Moto G5 são celulares mais buscados por brasileiro …

Posted by on jan 1, 2018 in artigo, Tecnologia da informação

iPhone 7, J7 Prime e Moto G5 são celulares mais buscados por brasileiro no Google antes do Natal

Antes da época das festas, brasileiro esquece iPhone 8 e busca aparelhos ‘esquecidos’ durante o ano.

C om a proximidade das festas de fim de ano e da época de distribuir os presentes de Natal, os brasileiros passaram a buscar no Google smartphones que ficaram longe dos celulares mais buscados d

O ranking dos smartphones mais buscados no Google em dezembro mostra que o iPhone 7 é o mais buscado. A lista reúne dados até o dia 19.

Só que, durante o ano todo, o celular mais buscado foi o iPhone 8.

Veja abaixo a lista dos aparelhos mais procurados por brasileiros:

  1. iPhone 7 – 3.8%
  2. Samsung Galaxy J7 Prime – 3.5%
  3. Moto G5 – 2.9%
  4. Samsung Galaxy J7 – 2.8%
  5. iPhone 6 – 2.7%
  6. iPhone X – 2.5%
  7. iPhone 6s – 2.5%
  8. Moto G5 Plus – 2.3%
  9. Samsung Galaxy S8 – 2.2%
  10. iPhone 8 – 2.2%

urante 2017.

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Teles brasileiras discutem formas de flexibilizar neutralidade de rede no país

Posted by on dez 17, 2017 in Informação, Netflix, Uncategorized

A pós EUA decidiram nesta quinta-feira que teles podem controlar tráfego na banda larga; empresas brasileiras dizem que restrições do Marco Civil da Internet podem inibir tecnologias como 5G e internet das coisas

Após os Estados Unidos de permitirem que provedores controlem o acesso à internet, as empresas de telecomunicação brasileiras já discutem que o conceito de neutralidade de rede deveria ser flexibilizado no Brasil para liberar o gerenciamento de tráfego online. Sem isso, defendem elas, a implementação de tecnologias como Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e do 5G ficaria comprometida. Para defensores da internet livre, essa é uma tentativa de cobrar mais por um acesso que pode se restringir a serviços selecionados.

A Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) decidiu nesta quinta-feira (14) que a internet banda larga deixará de ser classificada como serviço de utilidade pública no país. Agora, as empresas de telecomunicação estão livres para controlar e até limitar os dados que circulam na internet. Com isso, o órgão liberou as companhias para contornar a neutralidade de rede, um dos princípios da internet que garante que qualquer conteúdo transmitido online seja tratado da mesma forma.

Isso está sendo discutindo nos grupos fechados, aqueles para tratar de IoT e 5G, e que virá à tona quando estiver na agenda do dia”, afirmou ao G1 o presidente do Sinditelebrasil (sindicato das teles), Eduardo Levy.

O Ministérios da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC) elabora um

plano para fazer o IoT, a conversa entre máquinas, deslanchar no Brasil. Junto da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), a pasta estuda a implantação da quinta geração de banda larga no país.

Segundo Levy, a indústria ainda não fez uma proposta oficial para fazer alterações. “Só estamos vendo o debate nos EUA e relembrando aquilo que já debatemos.”

Neutralidade de rede

A proteção à neutralidade de rede é garantida no Brasil pelo Marco Civil da Internet, em vigor desde 2014 e que funciona como uma espécie de Constituição para uso da rede no país. De acordo com a lei, todos os pacotes de dados que circulam pela internet devem ser tratados de forma igual pelas operadoras. As exceções à regra são as comunicações feitas por serviços prioritários, como saúde e segurança, e avisos de situações de risco.

A opinião de que o entendimento sobre neutralidade de rede tem de ser alterado encontra ecos no governo.

“Do nosso ponto de vista, tanto rede física quanto aplicações impactam não só na possibilidade do acesso do indivíduo como na qualidade desses serviços. A neutralidade é uma questão que permeia todas as camadas. E justificaria ter um tratamento igualitário para todos os agentes de todas as camadas”, afirmou André Borges, secretário das telecomunicações do MCTIC.

 Enxergamos a neutralidade como um direito, mas que tem de reconhecer as características técnicas da rede. E há uma necessidade muito grande de gestão, até para o uso econômico, mais eficiente e acessível ao consumidor. Acho que o nosso tratamento não foi nessa linha e a regulamentação [o Marco Civil da Internet] tampouco”, disse ao G1.

Para Levy, a lei proíbe que as operadoras gerenciem o tráfego que entra em suas redes. Ou seja, veta a manipulação da rede para que dados de determinados serviços corram mais rápido ou passem na frente de pacotes de outros.

Prioridade

Se você me mandar um e-mail e outra pessoa fizer o mesmo, esses pacotes devem sempre ser tratados igualmente. O que ocorre é que a rede tem equipamentos que são cada vez mais sofisticados e, mesmo não discriminando, fazem uma avaliação do tráfego para dar maior eficiência. Eu posso esperar cinco minutos para receber um e-mail seu, mas não posso esperar cinco minutos para baixar o

“A rede poder fazer a sua administração sem discriminar. Ela separa aquilo que é mais importante para trafegar, porque há uma exigência natural dos serviços. Os de streaming precisam ter característica de entrega diferente dos de e-mail, coisa que o Marco Civil da Internet não permite”, diz.

“O conceito de neutralidade precisa ser entendido diferente para IoT e 5G. Se você quiser a prestação de determinados serviços com uma necessidade de qualidade, como a de não ser interrompido ou ficar esperando muito, os dados deles têm que entrar na frente”, justifica Levy.

“Se o Brasil quiser prestar um serviço de cirurgia online, vai ter uma dificuldade. O e-mail que eu mandar estará correndo na rede do mesmo 

jeito que os dados de uma cirurgia. Não faz muito sentido.”

A restrição ao gerenciamento da rede, diz ele, “faz com que a gente tenha que gastar mais recursos na rede para um mesmo resultado final”. Esse argumento foi muito semelhante ao apresentado por Ajit Pai, presidente da FCC, durante a leitura de seu voto, que selou o fim da neutralidade de rede nos EUA.

“A lei no Brasil ficou rapidamente obsoleta face aos avanços das aplicações online. Diferentes serviços exigem diferentes condições de tráfego, e a operadora precisa flexibilidade para atender requisitos específicos, como latência, por exemplo. E também para cobrar de forma distinta”, afirmou João Moura, presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (do Netflix”, diz Levy, que também é representante das teles no Comitê Gestor da Internet (CGI.br).

Censura

Acadêmicos, ativistas digitais e militantes da sociedade civil defendem a neutralidade de rede. Para eles, criar meios de driblar esse princípio só abriria a porta para as operadoras oferecerem pacotes limitados de internet.

Demi Getschko, presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), afirma que o controle de tráfego, pleito das operadoras, já pode ser feito sem infringir a lei.

“Gerenciar tráfego [na internet], do ponto de vista da engenharia em si, é óbvio que é permitido. Se uma ponte cai em uma cidade, você tem que fazer um desvio. O que não pode é você fazer um desvio dizendo que os carros vermelhos vão por essa rua e os verdes pela outra. Se alguém rompe a fibra óptica em algum lugar, tem que redirecionar o tráfego.”

Único brasileiro no Hall da Fama da Internet e também membro do CGI.br, Getschko afirma

que protocolos da internet já permitem isso sem que o conteúdo online seja discriminado.

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iPhone X usa rosto como ‘senha’, perde botão ‘home’ e custa até R$ 7,8 mil no Bra.

Posted by on dez 9, 2017 in Apple, artigo

Novo smartphone começa a ser vendido no Brasil nesta sexta-feira (8).

 

A Apple começa a vender no Brasil o iPhone X nesta sexta-feira (8). Com tecnologia de reconhecimento facial, mas sem botão “home”, o novo smartphone é o que mais evoluiu em relação ao seu antecessor desde que a Apple virou fabricante de celulares. Não à toa, o aparelho foi lançado no ano em que o iPhone completa 10 anos.

Só que o preço também deu um salto. Vendido por R$ 7 mil, o modelo de entrada, de 64 GB, custa 72% mais do que o iPhone 7 plus mais simples, quando foi lançado –os valores foram corrigidos pela inflação

Lançado juntamente com os iPhones 8 e 8 plus, o iPhone X é encarado pela Apple como uma visão do futuro dos smartphones. E no futuro, pelo menos para a empresa, os celulares reconhecem a cara do dono.

Reconhecimento facial

Esse é o primeiro celular da companhia a fazer reconhecimento facial. Para isso, a fabricante mexeu em todo o sistema da câmera de selfie. Acrescentou sensores, como câmera infravermelha, e chamou o conjunto de True Depth Camera, que é capaz de ler 30 mil pontos em um rosto.

Com isso, a senha passa a ser a face do dono –a senha numérica ainda pode ser usada, mas nem dá tempo de digitar; basta olhar, e o celular destrava. Até no escuro, graças à câmera de infravermelho. Outros smartphones, como o Galaxy Note 8, já possuem reconhecimento facial. Mas, no iPhone X, ele desempenha outras funções, como:

  • substituir a senha em aplicativos que precisam de autenticação;
  • melhorar a experiência de apps que já usam reconhecimento facial, como Snapchat;
  • fazer fotos com o fundo desfocado, com o modo “retrato”;
  • reconhecer expressões faciais e transportá-las para os Animojis.

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Empresa chinesa amplia sistema que monitora drones

Posted by on dez 3, 2017 in artigo, Sistema que monitora drones

Função é atualização de plataforma capaz de rastrear veículos aéreos não tripulados; drone chegou a ‘fechar’ aeroporto de Congonhas (Phantom 4 Pro Obsidiana, drone da DJI. (Foto: Divulgação/DJI)SP).

A fabricante chinesa de drones DJI anunciou nesta sexta-feira (1º) uma atualização de seu sistema que monitora essas aeronaves remotamente controladas. Agora, os pilotos poderão informar voluntariamente detalhes de seus voos.

Lançado em outubro deste ano, o AeroScope é uma plataforma voltada a autoridades de controle. É capaz de rastrear drones da própria DJI e de outras fabricantes.

O AeroScope é composto por antenas, que podem ser instaladas no entorno de aeroportos, ou transportadas em uma maleta. Ele identifica as aeronaves ao captar as ondas de rádio transmitidas do controle do piloto para o drone. O sistema pode localizar objetos distantes até 5 km. Para identificar qual aparelho está voando, a plataforma capta informações como:

  • número de série ou registro;
  • telemetria básica (como localização, altitude, velocidade e direção).

LEIA MAISAnac fixa regras para uso de drones e exige habilitação para equipamentos maiores

A novidade é que agora, os pilotos de drones da DJI poderão optar por informar previamente onde, quando e em que condições irão levantar voo.

Drones já substituem trabalhadores dentro de empresas no Brasil

Com o AeroScope instalado, esses dados são recolhidos automaticamente, independe da vontade do controlador. O intuito da DJI com o AeroScope é fornecer uma ferramenta para a polícia e autoridades de controle identificarem drones que sobrevoem áreas sensíveis, como aeroportos.

No começo de novembro, um drone invadiu o espaço aéreo de Congonhas (SP), em São Paulo, e causou diversos problemas, como:

  • mais de duas horas de instabilidade na operação do terminal;
    • 35 voos foram desviados para Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas), Ribeirão Preto e outros estados;
    • impacto financeiro de mais de R$ 1 milhão, segundo a Associação Brasileiras das Empresas Aéreas (Abear).

    Segundo a DJI, o aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, e terminais da China já utilizam a tecnologia.

    Privacidade

    O AeroScope reúne as informações transmitidas por drones em receptores locais, que não possui conexão à internet. Segundo a DJI, essa característica do sistema preserva a privacidade dos pilotos de drones e evita que as autoridades tenham que montar uma base de dadas.

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Quantum Anterior Próximo MUV UP 4G 32GB Asfalto MUV UP 4G 32GB…

Posted by on nov 19, 2017 in artigo, Dicas para escolher o melhor tablete

Quantum MUV UP, ta na hora de um UP na sua vida!

 

Quantum MUV UP, ta na hora de um UP na sua vida!

Se seu smartphone anda te deixando na mão, tá na hora de um UP! Um aparelho com mais memória,Quantum MUV UP PACK mais bateria e tela e câmeras melhores. Algo como o Quantum MUV UP. Com um design refinado, o Quantum MUV UP tem vidro com bordas arredondadas, laterais em metal e traseira texturizada com acabamento “preto asfalto”, que o torna muito elegante.

Mas o Quantum MUV UP é muito mais do que um rostinho bonito. Por dentro há um processador Octa-Core de 64 Bits, acompanhado por 3 GB de memória RAM. Desempenho suficiente para rodar até os jogos mais exigentes, ou todos os seus apps favoritos ao mesmo tempo.

A tela HD de 5.5″ tem a exclusiva tecnologia TruView II, que possibilita imagens muito mais vibrantes e com contraste excepcional. Perfeita para exibir as fotos incríveis que você fará com as duas câmeras de 13 MP, uma na traseira e outra na frontal, ambas acompanhadas de flash. E o sensor de impressões digitais na traseira oferece mais segurança e comodidade no uso do smartphone, permitindo substituir senhas complexas por um simples toque dos dedos.

O Quantum MUV UP é um smartphone Dual-SIM 4G, tem Rádio FM, aceita cartões micro SD de até 128 GB e roda a mais recente versão do sistema operacional da Google, o Android 7.0 “Nougat”.

Quantum MUV UP PACK

Ficha Técnica

Sistema operacional
Android 7.0
CPU
MediaTek MT6753 Octa-Core 1,3GHz
GPU
Mali-T720MP3
Tela
5.5″ HD TruView II, (1280×720 pixels), Acabamento 2.5D
Memória RAM
3GB
Câmera Traseira
Sensor de 13 MP com Flash Dual Tone
Câmera Frontal
Sensor de 13 MP com Flash LED
Armazenamento
32 GB *A memória disponível para o consumidor é menor e varia conforme versão do sistema operacional, aplicativos e/ou outros fatores.
SIM Cards
Dual Micro SIM, ambos os slots suportam conexões 4G (selecionável por software)
Micro SD
Suporta cartões de até 128 GB
Interface USB
Conector Micro USB 2.0
Wireless
Compatível com redes Wi-Fi nos padrões 802.11b/g/n
Bluetooth
4.0, suporta Bluetooth LE
Frequências suportadas
LTE (4G) 1800/2600/700 MHz (Bandas 3, 7 e 28), WCDMA (3G) 850/2100MHz e GSM (2G) 850/900/1800/1900MHz
Rádio FM
Sim
Sistemas de Localização
GPS e A-GPS
Bateria
Lítio-Polímero de 3000 mAh
Tempo de Recarga
2 horas e 30 minutos
Autonomia da Bateria
Navegação na internet via Wi-Fi: até 10h, Navegação na internet via Wi-Fi: até 10h, Chamadas em 3G: até 11h
Cores
Preto Asfalto
Dimensões
153.3 x 76.9 x 8.9 mm
Peso
149 gramas
 
 

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