Na estreia de ‘Lego Batman: O filme’, entenda como games ajudaram mania …

” Lego Batman: O filme” estreou nesta quinta-feira (9) no Brasil e é o segundo longa-metragem baseado nos blocos de montar, seguindo 

“Uma aventura Lego” (2014). A

animação dirigida por Chris McKay (“Frango robô”) até mostra o homem-morcego enfrentando o Coringa e vivendo outras situações que os fãs já conhecem, mas o destaque mais uma vez deve ser o tom escrachado – uma característica herdada dos games Lego que inundaram o mercado nos últimos anos.

CRÍTICA: ‘Lego Batman: O filme’ empolga com sátira a filmes de heróis

Quem começou com essa ideia de satirizar, mas sem deixar de reverenciar, algumas das grandes franquias da cultura pop foi o primeiro “Lego Star Wars”, de 2005, para PlayStation 2, GameCube, Xbox, PC e Game Boy Advance.

A parceria entre Lego e “Star Wars” existe desde 1999 em várias linhas de brinquedos, mas o game lançou uma perspectiva mais leve e bem-humorada sobre os filmes. Jar Jar Binks, um dos personagens mais controversos da saga espacial, por exemplo, é motivo de chacota. E a climática cena em que Darth Vader revela ser pai de Luke Skywalker é reencenada com ajuda de uma foto de Anakin e Padmé.

A ideia deu certo, e hoje o primeiro game acumula sozinho mais de 7 milhões de unidades vendidas no mundo todo, segundo o site VGChartz.

 Sequências foram lançadas e outras franquias populares entraram no bonde, como “Lego Indiana Jones” (2008), “Lego Harry Potter” (2010) e “Lego Senhor dos Aneis” (2012). Super-heróis dos quadrinhos da Marvel e da DC, que sempre tiveram dificuldade em virar bons games, também ganharam jogos, como “Lego Vingadores” (2016) e o próprio “Lego Batman” (2008) – desde então, o homem-morcego já tem três títulos do tipo.

Com o filme “Uma aventura Lego” – que por sua vez também ganhou um game – o estilo mais brincalhão atrelado ao nome Lego se consolidou, com destaques para os personagens inéditos Vitruvius (Morgan Freeman) e Presidente Negócios (Will Ferrell), mas também para Batman.

Interpretado pelo comediante Will Arnett, o homem-morcego de Lego é ainda mais egocêntrico e deprimido que sua versão do cânone. E agora ele ganha uma produção própria, onde além de ser um playboy entediado que troca o dia pela noite, também precisa lidar com o imprevisto de ter adotado um filho.

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