Vírus em Smartphones

O número de smartphones que são alvos de ataques de vírus tem superado o número de

infecções em sistemas operacionais como o Windows. E o Android é o alvo preferido dos

hackers que desenvolvem arquivos maliciosos. Segundo um relatório sobre a evolução do

malware em dispositivos móveis feito pela Kaspersky, das ameaças atuais são

destinadas à plataforma do Google chegam a 99%. Isso acontece porque o Android

possui código aberto, o que possibilita a qualquer desenvolvedor disponibilizar aplicativos

na sua loja virtual, o Google Play, sem qualquer verificação. Assim, é comum que se

encontre aplicativos com malwares ou voltados para prejudicar os dispositivos.

Os aparelhos sistemas operacionais com iOS, são bem mais seguros, pois tem uma

política de verificação de aplicativos mais rígida. Porém, os mesmos também não estão

imunes a arquivos mal intencionados, já que o ataque pode ser por meio de páginas web

e envio de arquivos infectados por e-mail.

Plataformas como o BlackBerry não possuem muitas ameaças pois proporcionalmente,

não há muitos usuários. Já o Windows Phone tem tido crescente número de usúarios, e

assim, também um crescente número de hackers se interessando em desenvolver

arquivos maliciosos para a plataforma.

Em junho de 2004 surgia o primeiro código malicioso voltado a um dispositivo móvel,

batizado de Cabir ou Caribe, um malware que se espalhava por celulares Nokia – líder de

mercado na época – com sistema operacional Symbian S60.

O worm era auto-replicante, capaz de se propagar de um celular à outro, utilizando a

conexão Bluetooth dos smartphones. Esse primeiro ataque não era nocivo aos

equipamentos ou aos dados pessoais dos usuários, e o único efeito prejudicial era a

redução da duração de carga da bateria do celular infectado, por ter o Bluetooth

constantemente conectado.

Assim como nos computadores e notebooks, os smartphones também podem ser seguros

ou vulneráveis, dependendo do comportamento do usuário. O mais importante de tudo,

independente de sistema, é estar sempre protegido e evitar agir de forma arriscada.

 

Como se proteger?

A dica para a plataforma móvel é a mesma dos PC’s: o cuidado do usuário faz toda a

diferença.

Por isso, evite acessar ou fazer download de arquivos maliciosos, e aos usuários do

Google Play, este cuidado deve ser redobrado. Por isso, dê atenção especial ao

desenvolvedor do aplicativo. Mantenha o sistema operacional sempre atualizado e não

deixe o Bluethoot sempre ativado, para evitar que seja usado para a transferência de

vírus sem o seu consentimento.

Não acesse sites de internet que não são confiáveis, e não use redes Wi-Fi abertas, pois

estas são utilizadas por qualquer pessoa e aumentam a exposição aos riscos.

1 Comment

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